Todo ano eu fico pensando no que escrever nessa época do ano. Natal, ano novo e essa merda toda. Quando a gente é criança, tudo é lindo e maravilhoso. Ganhamos brinquedos, balas e presentes de gente que nem conhecemos. Quando a gente cresce, papai noel enche o saco. O consumismo desenfreado, comer e comer e beber e chapar e engordar e gastar o pouco que lhe restou com reveillón.
Tem mais, quem faz aniversário em dezembro como eu, não ganha dois presentes no mês, é um ou outro.
A melhor coisa do Natal desse ano é o filme do “Senhor das Arruela” que será lançado no dia 25. É que todo ano, a família da minha cunhada nos convida para almoçar na casa deles. Eu fico o ano todo sem ir lá, e na hora de ficar em casa, pois é no Natal que a gente tem ficar justamente com quem temos mais afinidade, com a família e tal (bem, é o que eu acho). Justamente nessa época, eu tenho de sair para ir na casa dos outros para comemorar o Natal? Que hipocrisia! O ano inteiro eu nem chego perto, pois o povo é chato demais. Somos convidados e minha mãe fica sem jeito de recusar por causa do meu irmão e da minha cunhada.
Todo ano é a mesma coisa. A gente almoça, senta no sofá da sala e ficamos assistindo televisão pois o povo não tem assunto. Se pelo menos eles ficassem bêbados ia ser interessante. Mas nem isso. O sogro do meu irmão toma umas três cervejas e vai dormir. Eu continuo bebendo mas sou o único e fico sem graça. E a gente conta a hora para ir embora. Esse ano, graças a Deus e ao Senhor das Arruela, eu não vou. Vou dizer que irei à estréia do filme. Foda-se. Vou ficar em casa mesmo. Afinal, tem coisa melhor que ficar em casa sozinho no dia de Natal? Só acampar com chuva.
terça-feira, dezembro 23, 2003
terça-feira, dezembro 16, 2003
segunda-feira, dezembro 15, 2003
Sabe quando vc faz uma burrada, uma coisa estúpida e não se dá conta até ser tarde demais? E aí, vc fica meio sem saber como pedir desculpas pois, a pessoa simplesmente passa a te odiar como se vc fosse o anticristo?
Eu já escrevi aqui que sou um tanto quanto rabugento. Alguns amigos discordaram disso, pois eu nunca fui rabugento com eles. É engraçado como a gente pode tratar as pessoas de forma diferente. Meu irmão, por exemplo. Sua presença sempre me intimida e eu tento obter a aprovação dele para tudo. Como meu pai morreu sem eu conhecê-lo, meus irmãos se tornaram figuras paternais para mim e o Galeno, mais ainda. Ele sempre foi inteligente pacas e eu sempre o admirei por isso. Até hoje, inconscientemente ele me intimida e eu não consigo agir com ele como eu ajo com a maioria das pessoas. E com a maioria dos meu amigos eu nunca fui rabugento.
Segundo já me disseram nós somos diferentes do que a gente pensa que é e diferente do que as outras pessoas pensam que a gente seja. Entendeu? Somos uma mescla do que pensamos ser e de como os outros nos vêem. Isso dá para viajar na maionese.
E eu não sou perfeito. Ninguém é perfeito. Eu erro e muito, mas sou capaz de reconhecer os meus erros. Bem, pelo menos quando alguém me diz que eu errei, sou o primeiro a pedir desculpas. Tem gente que acha fácil pedir desculpas. Eu não acho. Acho que reconhecer o próprio erro é foda. Sinceramente.
E eu errei, mas não estou tendo como pedir desculpas. Que saco!
As coisas saíram do controle a partir do momento que outras pessoas se envolveram na história, dizendo coisas fora de contexto, como se eu fosse um desconhecido completo delas. E tudo está para ser perdido por uma bobagem. Virou uma “bola de neve” que cresce descendo a ladeira.
Tem gente que não tá entendendo nada, mas não se preocupem, é uma bobagem tão grande que não vale a pena ser contada. O foda é que eu me importo com as pessoas envolvidas e elas se esqueceram disso, parece que se esqueceram disso.
Enfim, eu não sou tão rabugento assim, nem tampouco o anticristo. E quem é perfeito?
Eu já escrevi aqui que sou um tanto quanto rabugento. Alguns amigos discordaram disso, pois eu nunca fui rabugento com eles. É engraçado como a gente pode tratar as pessoas de forma diferente. Meu irmão, por exemplo. Sua presença sempre me intimida e eu tento obter a aprovação dele para tudo. Como meu pai morreu sem eu conhecê-lo, meus irmãos se tornaram figuras paternais para mim e o Galeno, mais ainda. Ele sempre foi inteligente pacas e eu sempre o admirei por isso. Até hoje, inconscientemente ele me intimida e eu não consigo agir com ele como eu ajo com a maioria das pessoas. E com a maioria dos meu amigos eu nunca fui rabugento.
Segundo já me disseram nós somos diferentes do que a gente pensa que é e diferente do que as outras pessoas pensam que a gente seja. Entendeu? Somos uma mescla do que pensamos ser e de como os outros nos vêem. Isso dá para viajar na maionese.
E eu não sou perfeito. Ninguém é perfeito. Eu erro e muito, mas sou capaz de reconhecer os meus erros. Bem, pelo menos quando alguém me diz que eu errei, sou o primeiro a pedir desculpas. Tem gente que acha fácil pedir desculpas. Eu não acho. Acho que reconhecer o próprio erro é foda. Sinceramente.
E eu errei, mas não estou tendo como pedir desculpas. Que saco!
As coisas saíram do controle a partir do momento que outras pessoas se envolveram na história, dizendo coisas fora de contexto, como se eu fosse um desconhecido completo delas. E tudo está para ser perdido por uma bobagem. Virou uma “bola de neve” que cresce descendo a ladeira.
Tem gente que não tá entendendo nada, mas não se preocupem, é uma bobagem tão grande que não vale a pena ser contada. O foda é que eu me importo com as pessoas envolvidas e elas se esqueceram disso, parece que se esqueceram disso.
Enfim, eu não sou tão rabugento assim, nem tampouco o anticristo. E quem é perfeito?
quarta-feira, dezembro 03, 2003
Melancolia. Como uma rua de infância que um dia foi cheia, e hoje, envelhece na chuva. E ninguém se lembra. Pois não importa mais. Com os sentidos à flor da pele, eu entrego minha culpa e me sinto um merda. Um sem nome.
E fumo com um ardor de quem espera algo que não vem ou virá. De quem um dia foi feliz com um raiar do sol. E encho o pulmão de fumaça em uma redenção, como a bênção sublime. Olhos embotados de café. Sonolento e morto me lembro daquele momento em que ela me experimentava com a língua e me recebia de pernas abertas. Eu precisava dela como uma droga injetada em minha pele. Era saliva, e suor, e gozo trêmulo. Dependência mais rejeição. Mais arrependimento. E ninguém se importa mais.
Se torna um passado momentâneo e desimportante, como uma gota de chuva que cai dentre as milhões, naquela rua esquecida. Pura melancolia.
E fumo com um ardor de quem espera algo que não vem ou virá. De quem um dia foi feliz com um raiar do sol. E encho o pulmão de fumaça em uma redenção, como a bênção sublime. Olhos embotados de café. Sonolento e morto me lembro daquele momento em que ela me experimentava com a língua e me recebia de pernas abertas. Eu precisava dela como uma droga injetada em minha pele. Era saliva, e suor, e gozo trêmulo. Dependência mais rejeição. Mais arrependimento. E ninguém se importa mais.
Se torna um passado momentâneo e desimportante, como uma gota de chuva que cai dentre as milhões, naquela rua esquecida. Pura melancolia.
terça-feira, dezembro 02, 2003
Chora cachorrada!!!!!
Por todo o tempo que eu tenho esse blog, um dos assuntos proibidos sempre foi o futebol, para evitar atritos e transformar esse blog em um coisa chata demais.
Mas diante da conquista inigualável do Cruzeiro no campeonato brasileiro, ficou irresistivel gozar com a cara dos atleticanos sofredores.
Chora cachorrada!!!
E chorem caladinhos. Tem 32 anos que vcs ganharam o único título que presta pela ultima vez. Esse timeco devia se chamar Vexame Atlético mineiro. Nem jogar no mineirao vcs conseguem. ahahahahahahahah
Eu posso morrer feliz, quando esse dia chegar pois vi o meu time ganhar e nem adianta vir com xingatórios no comentários. Esse ano vai ser lembrado pelo resto da vida futebolística como o ano Azul Celeste. O ano em que um time ganhou tudo o que disputou.
A pergunta que eu faço à cachorrada é a seguinte:
Vc viu o seu time ser campeão Brasileiro?
Eu vi.
Por todo o tempo que eu tenho esse blog, um dos assuntos proibidos sempre foi o futebol, para evitar atritos e transformar esse blog em um coisa chata demais.
Mas diante da conquista inigualável do Cruzeiro no campeonato brasileiro, ficou irresistivel gozar com a cara dos atleticanos sofredores.
Chora cachorrada!!!
E chorem caladinhos. Tem 32 anos que vcs ganharam o único título que presta pela ultima vez. Esse timeco devia se chamar Vexame Atlético mineiro. Nem jogar no mineirao vcs conseguem. ahahahahahahahah
Eu posso morrer feliz, quando esse dia chegar pois vi o meu time ganhar e nem adianta vir com xingatórios no comentários. Esse ano vai ser lembrado pelo resto da vida futebolística como o ano Azul Celeste. O ano em que um time ganhou tudo o que disputou.
A pergunta que eu faço à cachorrada é a seguinte:
Vc viu o seu time ser campeão Brasileiro?
Eu vi.
segunda-feira, novembro 24, 2003
Canção Triste (do Sonhar)
O que dizer
Quando a fala some
Seus olhos se escondem
E o mundo se desfaz sem que você o encontre?
O que sentir
Quando o amargo é doce
E o coração incolor
Na dor de um eterno partir?
O desencontro se torna hoje
Sem um amanhã por vir
Me diga o que fazer
Quando o que te consome é o que te faz sorrir
Quando o que te cega é o que queres ver
De todas as coisas
De todos os seres
Por que você é assim?
Na sua condição serena de ser
Em sua busca de se encontrar
Eu encontrei você.
Me diga o que fazer
Se devo olhar e esquecer
Trair e me conter
Onde todos os sentidos se encontram
É onde devo enterrar meu fim
E me esconder
E esconder o que senti
E esconder o que senti
De onde saem os sentimentos?
Que alma maldita carrega tal fardo?
E abre caminho para sorrisos alheios
Para semblantes descalços em velhas cascas
Rodeá-los com sementes de insatisfação e caprichos?
E medos?
E receios?
O teu nome minha boca pronuncia
Mas não me diz o que fazer
E eu caminho para longe
Para longe me esquecer
O que dizer
Quando a fala some
Seus olhos se escondem
E o mundo se desfaz sem que você o encontre?
O que sentir
Quando o amargo é doce
E o coração incolor
Na dor de um eterno partir?
O desencontro se torna hoje
Sem um amanhã por vir
Me diga o que fazer
Quando o que te consome é o que te faz sorrir
Quando o que te cega é o que queres ver
De todas as coisas
De todos os seres
Por que você é assim?
Na sua condição serena de ser
Em sua busca de se encontrar
Eu encontrei você.
Me diga o que fazer
Se devo olhar e esquecer
Trair e me conter
Onde todos os sentidos se encontram
É onde devo enterrar meu fim
E me esconder
E esconder o que senti
E esconder o que senti
De onde saem os sentimentos?
Que alma maldita carrega tal fardo?
E abre caminho para sorrisos alheios
Para semblantes descalços em velhas cascas
Rodeá-los com sementes de insatisfação e caprichos?
E medos?
E receios?
O teu nome minha boca pronuncia
Mas não me diz o que fazer
E eu caminho para longe
Para longe me esquecer
quinta-feira, novembro 20, 2003
O pior filme de todos os tempos está em meu poder. Com ele, eu dominarei o mundo. Rá rá rá rá rá
Não tem condição. Esse filme é pior que eu imaginava. Claro que vocês conhecem o filme que é considerado o pior filme já feito. É muito ruim e por isso, imperdível. Não dá para conter o riso. Inimaginável.
“Oh obi-wan-kenobi, você é minha última esperança”.
Tenho usado essa frase com alguns amigos para pedir favores e funciona melhor que um “por favor”, “pelamordedeus” ou “eu lhe imploro”. Claro que só entende essa frase quem já viu Guerra nas Estrelas.
E sinceramente, não existe nada mais ridículo que esse povo que tem preconceito por “Guerra nas Estrelas” ou “Jornada nas Estrelas”. Na verdade, são tão estúpidos que não sabem a diferença de um outro. Ahahahah
Se a carapuça servir...
Mas o que quero dizer é para deixarem ser bobos. Esses filmes são só diversão. São legais e não têm nada demais. Na verdade, a maioria das pessoas que assiste gosta. E as pessoas que não gostam são as que nunca viram. Se eu tivesse algum preconceito quanto a ouvir Heavy Metal por exemplo, nunca teria ouvido Black Sabath, ou Korn, ou Metallica (antigo) ou Sepultura que é demais. Eu me lembro que tinha preconceito com Rage Against the machine na época que eu era nerd (era ou é?). Achava que Rage era coisa de skatista sem cérebro. E é, e daí!
Deixem de preconceito e assistam qualquer coisa. Eu assisto qualquer coisa. E se querem saber, eu morro de preguiça dos filmes do Bergman. Não vi o “sétimo selo” e acho ridículo qualquer discussão sobre esse filme. Coisa de intelectual que não se conforma a falar de outro assunto que não seja “intelectualidades”. AAARRRGH. Na maioria das vezes prefiro falar sobre um episódio das Meninas Superpoderosas. ahahahah
Mas nem por isso, vou deixar de assistir o “Sétimo Selo”. E mais, provavelmente vou gostar.
Então meu jovem padawan, vc irá para o lado negro da força ou usará seu sabre para abrir caminho entre os stormtroopers para alcançar os seus minicloreans?
Tenho usado essa frase com alguns amigos para pedir favores e funciona melhor que um “por favor”, “pelamordedeus” ou “eu lhe imploro”. Claro que só entende essa frase quem já viu Guerra nas Estrelas.
E sinceramente, não existe nada mais ridículo que esse povo que tem preconceito por “Guerra nas Estrelas” ou “Jornada nas Estrelas”. Na verdade, são tão estúpidos que não sabem a diferença de um outro. Ahahahah
Se a carapuça servir...
Mas o que quero dizer é para deixarem ser bobos. Esses filmes são só diversão. São legais e não têm nada demais. Na verdade, a maioria das pessoas que assiste gosta. E as pessoas que não gostam são as que nunca viram. Se eu tivesse algum preconceito quanto a ouvir Heavy Metal por exemplo, nunca teria ouvido Black Sabath, ou Korn, ou Metallica (antigo) ou Sepultura que é demais. Eu me lembro que tinha preconceito com Rage Against the machine na época que eu era nerd (era ou é?). Achava que Rage era coisa de skatista sem cérebro. E é, e daí!
Deixem de preconceito e assistam qualquer coisa. Eu assisto qualquer coisa. E se querem saber, eu morro de preguiça dos filmes do Bergman. Não vi o “sétimo selo” e acho ridículo qualquer discussão sobre esse filme. Coisa de intelectual que não se conforma a falar de outro assunto que não seja “intelectualidades”. AAARRRGH. Na maioria das vezes prefiro falar sobre um episódio das Meninas Superpoderosas. ahahahah
Mas nem por isso, vou deixar de assistir o “Sétimo Selo”. E mais, provavelmente vou gostar.
Então meu jovem padawan, vc irá para o lado negro da força ou usará seu sabre para abrir caminho entre os stormtroopers para alcançar os seus minicloreans?
sexta-feira, novembro 14, 2003
Fazia tempo que não ouvia um álbum tão bom.
Canções de arrebentar qualquer um que tenha sensibilidade musical.
Em uma música, Ian McCuloch canta: "eu posso sentir as estrelas caindo através do meu coração como chuva deixando todas as cicatrizes onde o prazer se torna dor... coloque-me na direção da luz brillhante e me leve para casa de novo"
Discaço.
quarta-feira, novembro 12, 2003
Estou trabalhando no bairro Santo Antônio. Descobri anteontem onde ficava a Biblioteca Infanto-Juvenil de BH. Lá tem uma gibiteca com vários quadrinhos excelentes. Pirei!
Como eu sou fascinado por Sandman e li muito pouco da saga, fui direto ao seu encalço. Várias revistas de Sandman estão lá à disposição de quem quiser ler.
Meu horário de almoço é de 1 hora. Vou pra lá correndo para ler. Estou lendo a segunda saga “A casa de bonecas”, pois a primeira, “Prelúdios e Noturnos” eu tenho. Como tem muita gente que não sabe do que estou falando, eu peguei uns textos na net e uns desenhos para vcs conhecerem. Vale a pena ler, pois Sandman ultrapassa o conceito de quadrinhos e literatura. É uma nova mitologia. Aliás, basta dar uma busca na internet e vc acha até mestrados sobre o Mestre dos sonhos.
Sandman, é uma das mais fascinantes histórias já publicadas pela DC Comics, ganhando fãs fervorosos e entusiasmados ao redor de todo o mundo. Alternando momentos de pura fantasia e poesia com outros de um terror indescritível, Sandman ainda tinha o acréscimo de citar diversas mitologias, clássicos da literatura (em especial Shakespeare) e do cinema, trechos de músicas, tudo sem parecer enfadonha ou intelectualóide.
A série conta a história de Lorde Morfeu, regente do Sonhar, e um dos sete Perpétuos. Os Perpétuos são seres que não são deuses nem humanos, nem mesmo anjos, são entidades místicas que existem desde que o primeiro ser consciente surgiu no Universo e permanecerão aqui até que o último ser consciente pereça. Mesmo que não reconheçamos, todos nós, inconscientemente, sabemos que esses irmãos existem. São eles: Destino (Destiny), Morte ou Desencarnação (Death), Sonho ou Devaneio (Dream), Destruição (Destruction), Desejo (Desire), Desespero (Despair) e Delírio (Delirium). Morfeu é um dos diversos nomes adotados pelo Sonho, assim como Sandman (Homem da Areia, mais conhecido no Brasil como João Pestana, responsável por jogar areia nos olhos das crianças para que elas durmam).
Na realidade, Sandman não é uma criação de Neil Gaiman, o escritor da série, o personagem surgiu na década de 30 (a Era de Ouro dos quadrinhos) e era um detetive chamado Wesley Dodds, que usava uma arma de gás para colocar os bandidos para dormir.
A saga de Morfeu começa com um velho bruxo tentando capturar a Morte e por acidente acaba capturando seu irmão mais novo, o Sonho. Isso aconteceu no começo do século passado. Durante anos, o Sandman esteve preso na mansão do feiticeiro, até que conseguiu se libertar. No primeiro arco de histórias, ele parte em busca de objetos mágicos que por direito lhe pertencem, e após reuní-los começa a árdua tarefa de reconstruir seu reino, que entrou em decadência durante sua ausência. Mas as coisas não param aí, aos poucos somos apresentados a importantes personagens, como os já citados irmãos de Morfeu, além de Caim e Abel, o Corvo Mathew, Eva, Titânia, Lúcifer, Shakeaspeare, Hob Glading, entre outros. Pequenos acontecimentos plantados no começo da série só mostraram sua importância muitas edições depois e fatos importantes do passado de Morfeu (como ser pai de Orfeu, aquele famoso cantor grego que desceu aos Infernos para buscar a esposa morta) são cruciais no desenrolar da história.
E se não bastasse a ousadia nos textos, Gaiman ainda teve a coragem de encerrar a série no auge do sucesso, com o brilhante argumento de que uma boa história tem começo, meio e fim, e um bom escritor sabe qual a hora de parar.
A série de Sandman é uma obra de arte sem igual, que fala, essencialmente, sobre arrependimento, perdão e redenção. Se desconsiderarmos o fato de Sonho ser uma espécie de Deus, teremos uma história contando como uma pessoa egoísta se tornou alguém bom e misericordioso.
terça-feira, novembro 11, 2003
Sá, vc deveria proibir esse “obvio” de deixar mensagens no seu blog. Já deu para sacar quem é. Não é qualquer um que escolhe um pseudônimo e o escreve sem acento (óbvio) ou ainda escreve “certesa”, “talves” e “impenssavel”. ahahahahahahah
Mas o pior foi a malcriação xingando todo mundo nos coments (do dia 17 de outubro). Se eu fosse vc, proibia. E desista de ensiná-lo português. Se até hoje ele não aprendeu, vai ficar difícil ensiná-lo agora.
Mas o pior foi a malcriação xingando todo mundo nos coments (do dia 17 de outubro). Se eu fosse vc, proibia. E desista de ensiná-lo português. Se até hoje ele não aprendeu, vai ficar difícil ensiná-lo agora.
segunda-feira, novembro 10, 2003
VIAGEM ACÓLITA
CONTINUAÇÃO
Adentrando a casa, a mãe do Touro e a filha dele se apresentaram. A filha dele mora com a mãe, ex namorada dele. Do nada, o véio pede para o Touro tocar piano. E lá tinha um piano num canto da sala. O cara sentou e começou a tocá-lo. Bizarro. Me senti em um episódio de além da imaginação. Aquela casa estranha, aquela gente estranha, aquela música estranha. Mas nada havia me preparado para o que reservava o outro canto da sala. Um órgão enorme. O Touro tocou o órgão também. E eu me sentia desconfortavelmente entorpecido com aquilo tudo. Queria estar longe dali. Depois disso, o véio quis nos mostrar a coleção de vídeos dele. Eu e meu primo sentamos no sofá , o Touro e o Moreto sentaram no outro e a gente começou a ver o filme “Coração de Trovão” gravado pelo SBT. E a fome batia forte. Sem graça, com fome, desconfortável no sofazinho sem vergonha e a filhinha do Cavalo, era uma cavalinha. Aprontando, pintando o sete, para a alegria do seu pai.
Estou falando assim, mas na verdade eu me simpatizei pelos caras. Eles tentavam deixar a gente à vontade e tudo. Mas como eu ia ficar à vontade com aqueles caras fortões, prontos para me matar se soubessem o quão sarcástico sou. Suava frio, isso sim. Lembrava do Zubreu: -- Se o Zubreu estivesse aqui ele ia achar que esses caras tavam querendo enrabar ele. Ehehehehehe
Jantamos, tomei banho, troquei de roupa, afinal a gente ia conhecer os agitos de Ouro Branco. Os caras passavam gel no cabelo, blazer, sapato, e eu com uma roupa velha. Onde eu vim parar?
Saímos no carro do Cavalo, ouvindo Evanescence no talo. Imaginem como me senti. AAAAAAAAAAARRRRRRRRRRGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu pedi um Rage Against e o cara não tinha.
Aí paramos na farmácia para os caras comprarem uns “remedinhos”. Eles nos deram umas cápsulas parecendo com as de guaraná para a gente tomar. Tomamos com cerveja em cima. O Moreto me explicou que era tipo um redutor de gordura natural que, com álcool fazia tudo ficar mais interessante. Beleza tomei duas, não senti nada e continuei bebendo. Daí eles pararam o carro tiraram um outro remédio, seringas e aplicaram na veia. Eu não quis. Era um lance de esportista, tipo de coisa que faz atletas dançarem em exame anti-doping. – É só pra gente ficar animado a noite toda. Não é forte como drogas e tal, só dá um pique extra. Eu não quis, esse negócio de agulha não é comigo.
Fomos para o lugar. Muitas moças bonitas entrando. Ficamos na porta um tempaço conversando e tomando umas.
Era uma boate. Boate de interior. Entramos e os caras ficaram dançando aquelas House musics que tocam na Jovem Pan. Uma merda.
CONTINUA...
CONTINUAÇÃO
Adentrando a casa, a mãe do Touro e a filha dele se apresentaram. A filha dele mora com a mãe, ex namorada dele. Do nada, o véio pede para o Touro tocar piano. E lá tinha um piano num canto da sala. O cara sentou e começou a tocá-lo. Bizarro. Me senti em um episódio de além da imaginação. Aquela casa estranha, aquela gente estranha, aquela música estranha. Mas nada havia me preparado para o que reservava o outro canto da sala. Um órgão enorme. O Touro tocou o órgão também. E eu me sentia desconfortavelmente entorpecido com aquilo tudo. Queria estar longe dali. Depois disso, o véio quis nos mostrar a coleção de vídeos dele. Eu e meu primo sentamos no sofá , o Touro e o Moreto sentaram no outro e a gente começou a ver o filme “Coração de Trovão” gravado pelo SBT. E a fome batia forte. Sem graça, com fome, desconfortável no sofazinho sem vergonha e a filhinha do Cavalo, era uma cavalinha. Aprontando, pintando o sete, para a alegria do seu pai.
Estou falando assim, mas na verdade eu me simpatizei pelos caras. Eles tentavam deixar a gente à vontade e tudo. Mas como eu ia ficar à vontade com aqueles caras fortões, prontos para me matar se soubessem o quão sarcástico sou. Suava frio, isso sim. Lembrava do Zubreu: -- Se o Zubreu estivesse aqui ele ia achar que esses caras tavam querendo enrabar ele. Ehehehehehe
Jantamos, tomei banho, troquei de roupa, afinal a gente ia conhecer os agitos de Ouro Branco. Os caras passavam gel no cabelo, blazer, sapato, e eu com uma roupa velha. Onde eu vim parar?
Saímos no carro do Cavalo, ouvindo Evanescence no talo. Imaginem como me senti. AAAAAAAAAAARRRRRRRRRRGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu pedi um Rage Against e o cara não tinha.
Aí paramos na farmácia para os caras comprarem uns “remedinhos”. Eles nos deram umas cápsulas parecendo com as de guaraná para a gente tomar. Tomamos com cerveja em cima. O Moreto me explicou que era tipo um redutor de gordura natural que, com álcool fazia tudo ficar mais interessante. Beleza tomei duas, não senti nada e continuei bebendo. Daí eles pararam o carro tiraram um outro remédio, seringas e aplicaram na veia. Eu não quis. Era um lance de esportista, tipo de coisa que faz atletas dançarem em exame anti-doping. – É só pra gente ficar animado a noite toda. Não é forte como drogas e tal, só dá um pique extra. Eu não quis, esse negócio de agulha não é comigo.
Fomos para o lugar. Muitas moças bonitas entrando. Ficamos na porta um tempaço conversando e tomando umas.
Era uma boate. Boate de interior. Entramos e os caras ficaram dançando aquelas House musics que tocam na Jovem Pan. Uma merda.
CONTINUA...
"Zé"
Outro dia, ia para a rádio e tinha dois caras conversando perto de mim, à minha frente...
-Então zé, eu peguei o cara e aí...
-Cê já pegou aquele pacote, zé?
-O cara era um "zé"...
E eu penso comigo: por que eu não tenho uma metralhadora nessas horas?
O cara não se chamava "Zé" apesar do outro só chamá-lo assim. Não, uma serra elétrica no lugar de uma metralhadora seria mais emocionante.
Desde que o meu nome se tornou gíria na boca desses imbecis, eu não tenho sossego. Que merda! Eu fico puto. Mesmo sabendo não se tratar de mim, eu fico puto. Qualé!!? E isso tudo é por pura falta de vocabulário. Está provado que falta de vocabulário é falta de cultura, falta de inteligência. Ou seja: burros!! Burros!
Quem me conhece sabe que sou, às vezes, mau humorado. Eu fico muito mau humorado com isso, só não deixo transparecer.
A mãe de um amigo meu, sempre chama o filho de "zé". Ele não chama "zé", mas ela só chama ele de "zé" na minha frente. Quando eu não estou, eu duvido que ela o chame de "zé". E aí, ela vira para mim e diz: O "zé" que eu tô falando não é você não, viu. É que a gente o chama de zé, sempre que ele faz algo errado...
E nessa hora eu penso: onde está o meu machado para eu enfiá-lo no seu cérebro, sua desgraçada. É claro que é comigo. E o pior é que ela faz isso toda hora.
Uma vez, eu quis brigar com um cara por causa disso. EU quis brigar. EU que odeio briga quis brigar com um cara. Foi o seguinte. Eu nunca tinha visto a figura, aí, uma moça conhecida me apresenta pro cara, e ele fala assim: e aí "zé"! Só que ela ainda não tinha falado o meu nome pro filho da puta.
- Como é que vc sabe que eu me chamo Zé? -é claro que eu já tava meio chapado- Tá me tirando?- e parti pra cima do cara, para desespero dessa conhecida.
Só sei do seguinte, eu gosto do meu nome e não gosto dele na boca de qualquer um. Bem, não é isso, mas é também. Eu fui carinhosamente chamado assim pelos meus irmãos quando ainda estava na barriga de minha mãe, e não vou admitir que ele seja empregado por retardados como sinônimo de retardadice.
Tá certo que eu não tentei a carreira de roqueiro em parte por causa do meu nome. Já pensou, eu na banda, no meio do show no Rock n’ Rio 14, na apresentação..- E na guitarra, Zé!- silêncio no estádio, roqueiro chamado Zé não tem.
Então, começarei a fazer a campanha contra esse absurdo.
Agora, ontem fui fazer a prova para o concurso do Banco do Brasil. Na minha sala só tinha “Zé”. O que se comentava é que nós estamos em extinção. Ninguém mais coloca o nome no filho de "zé" . Até que não me incomodo com isso, na verdade. Os “Zés” sofrem muito com essa história toda. Se bem que eu já conheci um cara chamado Genésio, que nome feio!!!
Outro dia, ia para a rádio e tinha dois caras conversando perto de mim, à minha frente...
-Então zé, eu peguei o cara e aí...
-Cê já pegou aquele pacote, zé?
-O cara era um "zé"...
E eu penso comigo: por que eu não tenho uma metralhadora nessas horas?
O cara não se chamava "Zé" apesar do outro só chamá-lo assim. Não, uma serra elétrica no lugar de uma metralhadora seria mais emocionante.
Desde que o meu nome se tornou gíria na boca desses imbecis, eu não tenho sossego. Que merda! Eu fico puto. Mesmo sabendo não se tratar de mim, eu fico puto. Qualé!!? E isso tudo é por pura falta de vocabulário. Está provado que falta de vocabulário é falta de cultura, falta de inteligência. Ou seja: burros!! Burros!
Quem me conhece sabe que sou, às vezes, mau humorado. Eu fico muito mau humorado com isso, só não deixo transparecer.
A mãe de um amigo meu, sempre chama o filho de "zé". Ele não chama "zé", mas ela só chama ele de "zé" na minha frente. Quando eu não estou, eu duvido que ela o chame de "zé". E aí, ela vira para mim e diz: O "zé" que eu tô falando não é você não, viu. É que a gente o chama de zé, sempre que ele faz algo errado...
E nessa hora eu penso: onde está o meu machado para eu enfiá-lo no seu cérebro, sua desgraçada. É claro que é comigo. E o pior é que ela faz isso toda hora.
Uma vez, eu quis brigar com um cara por causa disso. EU quis brigar. EU que odeio briga quis brigar com um cara. Foi o seguinte. Eu nunca tinha visto a figura, aí, uma moça conhecida me apresenta pro cara, e ele fala assim: e aí "zé"! Só que ela ainda não tinha falado o meu nome pro filho da puta.
- Como é que vc sabe que eu me chamo Zé? -é claro que eu já tava meio chapado- Tá me tirando?- e parti pra cima do cara, para desespero dessa conhecida.
Só sei do seguinte, eu gosto do meu nome e não gosto dele na boca de qualquer um. Bem, não é isso, mas é também. Eu fui carinhosamente chamado assim pelos meus irmãos quando ainda estava na barriga de minha mãe, e não vou admitir que ele seja empregado por retardados como sinônimo de retardadice.
Tá certo que eu não tentei a carreira de roqueiro em parte por causa do meu nome. Já pensou, eu na banda, no meio do show no Rock n’ Rio 14, na apresentação..- E na guitarra, Zé!- silêncio no estádio, roqueiro chamado Zé não tem.
Então, começarei a fazer a campanha contra esse absurdo.
Agora, ontem fui fazer a prova para o concurso do Banco do Brasil. Na minha sala só tinha “Zé”. O que se comentava é que nós estamos em extinção. Ninguém mais coloca o nome no filho de "zé" . Até que não me incomodo com isso, na verdade. Os “Zés” sofrem muito com essa história toda. Se bem que eu já conheci um cara chamado Genésio, que nome feio!!!
quinta-feira, novembro 06, 2003
O Blog da Sá está dando um banho no meu. Ela escreve bem né?
Mas dentro em breve um novo blog estará estreando por aí.
Aguardem detalhes.
Mas dentro em breve um novo blog estará estreando por aí.
Aguardem detalhes.
Finalmente arrumei tempo, computador e disposição para dar uma atualizada no blog. Mesmo que seja só para contar amenidades. Arrumei um bico para fazer. Pelo menos terei grana no fim do ano para tomar umas, comprar cd, arrumar o pc lá de casa, etc... Vai rolar.
Depois do meu desabafo sobre o programa na rádio as coisas melhoraram por lá. O Daniel animou e a Bella viu que precisava se empenhar. Até Zubreu apareceu.
Vou tentar terminar a história da Viagem Acólita que até hoje não teve fim.
Depois do meu desabafo sobre o programa na rádio as coisas melhoraram por lá. O Daniel animou e a Bella viu que precisava se empenhar. Até Zubreu apareceu.
Vou tentar terminar a história da Viagem Acólita que até hoje não teve fim.
quinta-feira, outubro 30, 2003
sexta-feira, outubro 10, 2003
O programa na rádio está indo para a cucuia!
O que acontece nos bastidores do programa Geraldinos e Arquibaldos:A Isabella está pensando em sair. Diz que a gente não dá importância para o que ela fala e que eu pego muito no pé dela. Como eu vou deixar de pegar no pé da Bella?
O Zubreu sumiu. Está em "Seven Lakes" com dificuldades financeiras. Perfeitamente compreensível mas não precisa ficar sumido assim.
O Daniel... ele tá parado. Essa é a questão. O Daniel não está movendo uma palha para o programa andar. Na quinta, ele ficou do lado da rádio em Santa Tereza assistindo à pelada do timeco dele. Preferiu ver jogo que fazer o programa. Que merda!
E eu não vou me insentar da culpa. Estou sem computador em casa e sem grana. Isso explica mas não me impede de nada. O foda está em eu não ver as pessoas querendo fazer, e eu quero fazer, mas queria fazer com os outros e não sozinho.
Espero que o Zubreu volte, que o Daniel acorde, que eu consiga arrumar a porcaria do computador e que eu continue a encher o saco da Isabella
O que acontece nos bastidores do programa Geraldinos e Arquibaldos:A Isabella está pensando em sair. Diz que a gente não dá importância para o que ela fala e que eu pego muito no pé dela. Como eu vou deixar de pegar no pé da Bella?
O Zubreu sumiu. Está em "Seven Lakes" com dificuldades financeiras. Perfeitamente compreensível mas não precisa ficar sumido assim.
O Daniel... ele tá parado. Essa é a questão. O Daniel não está movendo uma palha para o programa andar. Na quinta, ele ficou do lado da rádio em Santa Tereza assistindo à pelada do timeco dele. Preferiu ver jogo que fazer o programa. Que merda!
E eu não vou me insentar da culpa. Estou sem computador em casa e sem grana. Isso explica mas não me impede de nada. O foda está em eu não ver as pessoas querendo fazer, e eu quero fazer, mas queria fazer com os outros e não sozinho.
Espero que o Zubreu volte, que o Daniel acorde, que eu consiga arrumar a porcaria do computador e que eu continue a encher o saco da Isabella
sexta-feira, outubro 03, 2003
Ultimamente eu tenho ficado muito puto com tudo. Normalmente eu reclamo e xingo e fico azedo. só que eu realmente achei/acho que eu não posso ficar só reclamando. Então eu mudei minha atitude. Bem, estou mudando. Resolvi que tenho que me arriscar, ralar, agarrar oportunidades, aquilo tudo que esse pessoal que se dá bem na vida fala. Não adiantou porra nenhuma. A única coisa que aconteceu foi a minha amargura aumentar. Estou xingando mais palavrões que o Cartman. Hoje resolvi me policiar. Vou tentar ficar um dia sem xingar. Vai ser difícil.
segunda-feira, setembro 08, 2003
Porra!!!! Tô com saudades de escrevinhar por aqui. Tá foda. Estou aproveitando um tempinho aqui na rádio. Meus dias estão cheios, mas dindim que é bão, necas.
Estive dando uma olhada no que andei escrevendo há algum tempo. Vcs sabem que eu sou um tanto quanto niilista, insatisfeito, reclamão, ranzinza, chato e pelinha, mas a minha autocomplacência andou afetando os meus neurônios. Só pode.
Eu cheguei em um limite que nem eu me aguentei. Chega!!!!!
Só quero informar o seguinte: voltei ao bom humor total, estou disposto a correr riscos e a falar mal dos outros como sempre. É claro que o meu charme e elegância estão a cada dia mais apurados. E o meu vício ao álcool, vai ter que ficar para depois. Vou emagrecer.
Eu sei que essas linhas aí parecem uma coisa gay de autoajuda, autoafirmação e aquela merda toda. Ou seja, nada que vocês já não estejam acostumados.
Estive dando uma olhada no que andei escrevendo há algum tempo. Vcs sabem que eu sou um tanto quanto niilista, insatisfeito, reclamão, ranzinza, chato e pelinha, mas a minha autocomplacência andou afetando os meus neurônios. Só pode.
Eu cheguei em um limite que nem eu me aguentei. Chega!!!!!
Só quero informar o seguinte: voltei ao bom humor total, estou disposto a correr riscos e a falar mal dos outros como sempre. É claro que o meu charme e elegância estão a cada dia mais apurados. E o meu vício ao álcool, vai ter que ficar para depois. Vou emagrecer.
Eu sei que essas linhas aí parecem uma coisa gay de autoajuda, autoafirmação e aquela merda toda. Ou seja, nada que vocês já não estejam acostumados.
terça-feira, agosto 12, 2003
quinta-feira, julho 24, 2003
Para o meu próprio bem, os nomes das pessoas envolvidas foram mudados, exceto do meu primo Gustavo que não se incomoda em ter o nome divulgado por aqui.
Viagem acólita – parte 1
Sábado fui ao aniversário de um tio o qual não gosto. Não converso com ele. Só que ele fez noventa anos. E a família se reuniu para um almoço num restaurante em Itaverava. Eu fui com minha mãe e com meu primo Gustavo. Esse meu primo e eu fomos criados juntos praticamente, e fazia tempos que a gente não se encontrava pois ele trabalha em Itaúna e não tem muito tempo pra nada. Ele tem carro e grana, diferente do seu primo aqui e é muito gente boa, além de cruzeirense doente.
Fomos no almoço e foi uma bosta. Chegamos atrasados e a comida não era muito boa. Tive de cumprimentar o meu tio e ele me agradeceu muito, dizendo não saber o por quê de mim e meus irmãos nem olharmos na cara dele. Eu me lembro muito bem da vez em que ele tentou bater na minha irmã por bobagem. Nunca mais ele entrou na minha casa e nem eu e meus irmãos lhe dirigimos a palavra. Tudo bem, o homem agora está com noventa anos, isso foi há algum tempo. Mas minha irmã não olha na cara dele e nem vai olhar. Eheheheheh
Então meu primo me chamou para ir a Ouro Branco invés de voltar para Belo Horizonte.
Ouro Branco? Arrumamos carona para minha mãe com outro primo que estava voltando e fomos para Ouro Branco. O Gustavo me contou que tinha conhecido dois caras em Tiradentes num encontro de motos, e eles tinham ficado amigos. Eu até pensei em voltar a BH pois queria ir a Vespasiano onde, no dia , a Sá ia estrear a peça. Mas eu já estava sem grana e nem sabia que horas seria a peça e se ia dar para ir ...
Chegando lá, fiquei conhecendo os dois amigos do meu primo: o Cavalo e o Moretto. Para que vcs entendem melhor essa história, é preciso que eu descreva os caras. Mas sem viadagem.
Touro é um apelido que cabe perfeitamente a pessoa. O cara é um Touro. Musculoso, dá aula de musculação, capoeira e jiu-jitsu além de um tal de bodycombat e bodynãoseioquê. E mais, o cara parecia ser o sujeito mais boy do universo. Cabelo espetado com gel, brinquinho e carro rebaixado. Mas era gente boa. Na verdade, fiquei sabendo que ele ficou gente boa depois que ficou amigo do Moretto. Antes ele saía brigando e dando porrada em todo mundo. Se eu não tivesse sido apresentado eu nunca nem ia olhar para o cara, saca? Vai que ele acha que eu estou encarando e tal: - qué isso seu moço? Eu num tô olhando procê não. Tô olhando pra aquela moça lá do outro lado da rua. O cara intimida.
Por outro lado, o tal do Moretto era o outro extremo, de óculos, cabelo ruim e falando com sotaque de roça - “poirta, poirtão”- não dava para imaginar que ele era formado em história e filosofia e tinha estudado em Oxford. E não dava para imaginar que ele era faixa rocha em ai-qui-dô. Ou seja, eu podia arrumar confusão que não tinha problema. Os dois moeriam o burro que encostasse a mão em mim (como se eu fosse ecrenqueiro).
Fomos para a casa do Touro. Eu nunca vi uma cidade tão estranha como Ouro Branco. É tudo igual. Quer dizer, as casas são iguais, não vi uma padaria. Na época que a Açominas foi instalada no local, eles construíram várias casas para abrigar os trabalhadores e tal. Bairros inteiros nasceram assim. Parece uma cidade saída de Além da Imaginação. Eu ficaria perdido por lá.
O pai do Touro foi engenheiro na Açominas por anos. Ele formou na Alemanha e só tinha o quarto ano de grupo. O véio sabe falar 5 línguas fluentemente mas não consegue escrever nada certo em português. A casa era enorme e cheia de estatuetas e enfeites de bronze.
CONTINUA...
Viagem acólita – parte 1
Sábado fui ao aniversário de um tio o qual não gosto. Não converso com ele. Só que ele fez noventa anos. E a família se reuniu para um almoço num restaurante em Itaverava. Eu fui com minha mãe e com meu primo Gustavo. Esse meu primo e eu fomos criados juntos praticamente, e fazia tempos que a gente não se encontrava pois ele trabalha em Itaúna e não tem muito tempo pra nada. Ele tem carro e grana, diferente do seu primo aqui e é muito gente boa, além de cruzeirense doente.
Fomos no almoço e foi uma bosta. Chegamos atrasados e a comida não era muito boa. Tive de cumprimentar o meu tio e ele me agradeceu muito, dizendo não saber o por quê de mim e meus irmãos nem olharmos na cara dele. Eu me lembro muito bem da vez em que ele tentou bater na minha irmã por bobagem. Nunca mais ele entrou na minha casa e nem eu e meus irmãos lhe dirigimos a palavra. Tudo bem, o homem agora está com noventa anos, isso foi há algum tempo. Mas minha irmã não olha na cara dele e nem vai olhar. Eheheheheh
Então meu primo me chamou para ir a Ouro Branco invés de voltar para Belo Horizonte.
Ouro Branco? Arrumamos carona para minha mãe com outro primo que estava voltando e fomos para Ouro Branco. O Gustavo me contou que tinha conhecido dois caras em Tiradentes num encontro de motos, e eles tinham ficado amigos. Eu até pensei em voltar a BH pois queria ir a Vespasiano onde, no dia , a Sá ia estrear a peça. Mas eu já estava sem grana e nem sabia que horas seria a peça e se ia dar para ir ...
Chegando lá, fiquei conhecendo os dois amigos do meu primo: o Cavalo e o Moretto. Para que vcs entendem melhor essa história, é preciso que eu descreva os caras. Mas sem viadagem.
Touro é um apelido que cabe perfeitamente a pessoa. O cara é um Touro. Musculoso, dá aula de musculação, capoeira e jiu-jitsu além de um tal de bodycombat e bodynãoseioquê. E mais, o cara parecia ser o sujeito mais boy do universo. Cabelo espetado com gel, brinquinho e carro rebaixado. Mas era gente boa. Na verdade, fiquei sabendo que ele ficou gente boa depois que ficou amigo do Moretto. Antes ele saía brigando e dando porrada em todo mundo. Se eu não tivesse sido apresentado eu nunca nem ia olhar para o cara, saca? Vai que ele acha que eu estou encarando e tal: - qué isso seu moço? Eu num tô olhando procê não. Tô olhando pra aquela moça lá do outro lado da rua. O cara intimida.
Por outro lado, o tal do Moretto era o outro extremo, de óculos, cabelo ruim e falando com sotaque de roça - “poirta, poirtão”- não dava para imaginar que ele era formado em história e filosofia e tinha estudado em Oxford. E não dava para imaginar que ele era faixa rocha em ai-qui-dô. Ou seja, eu podia arrumar confusão que não tinha problema. Os dois moeriam o burro que encostasse a mão em mim (como se eu fosse ecrenqueiro).
Fomos para a casa do Touro. Eu nunca vi uma cidade tão estranha como Ouro Branco. É tudo igual. Quer dizer, as casas são iguais, não vi uma padaria. Na época que a Açominas foi instalada no local, eles construíram várias casas para abrigar os trabalhadores e tal. Bairros inteiros nasceram assim. Parece uma cidade saída de Além da Imaginação. Eu ficaria perdido por lá.
O pai do Touro foi engenheiro na Açominas por anos. Ele formou na Alemanha e só tinha o quarto ano de grupo. O véio sabe falar 5 línguas fluentemente mas não consegue escrever nada certo em português. A casa era enorme e cheia de estatuetas e enfeites de bronze.
CONTINUA...
Estou numa sinuca de bico. Preciso arrumar emprego ou estou fudido. Qualquer coisa serve. Qualquer coisa mesmo. foi-se o tempo que eu ligava. Só não dá para ser escravo. Outro dia, peguei alguns anúncios de jornal e fui conferir. Só roubada.
Este é um post desesperado de uma pessoa desesperada. Se alguém aí souber de algo, me manda um email no zeemiliog@hotmail.com. É um caso de vida ou morte.
Este é um post desesperado de uma pessoa desesperada. Se alguém aí souber de algo, me manda um email no zeemiliog@hotmail.com. É um caso de vida ou morte.
terça-feira, julho 22, 2003
Tem uma pizzaria chamada Pizzarela aqui em BH perto da Assembléia. Fui lá outro dia com amigos para comemorar um festival de dança que a Nicole, namorada do Fábio dirigiu.
Não queria comer nada, só beber. Tinha uma coisa me falando para não comer. Depois de muito insistirem para eu comer um pedaço e eu recusar incessantemente, tive de aceitar um pedaço ingênuo. Sabem o que quero dizer: um pedaço honesto, nada exagerado nem suntuoso, apenas simples.
Passei um mal dos diabos. Nem dormi direito. Caguei aos borbotões. Agora não se culpo o estabelecimento ou a mim mesmo. Tá certo, culpo o estabelecimento (é claro). Mas veja bem, a pergunta é, se eu tivesse aceito de imediato comer um pedaço, ou ainda, se tivesse me fartado e comido como um frade teria eu passado mal? Tenho quase certeza que só eu passei mal com a pizza. Como sou uma pessoa de sorte.
Não queria comer nada, só beber. Tinha uma coisa me falando para não comer. Depois de muito insistirem para eu comer um pedaço e eu recusar incessantemente, tive de aceitar um pedaço ingênuo. Sabem o que quero dizer: um pedaço honesto, nada exagerado nem suntuoso, apenas simples.
Passei um mal dos diabos. Nem dormi direito. Caguei aos borbotões. Agora não se culpo o estabelecimento ou a mim mesmo. Tá certo, culpo o estabelecimento (é claro). Mas veja bem, a pergunta é, se eu tivesse aceito de imediato comer um pedaço, ou ainda, se tivesse me fartado e comido como um frade teria eu passado mal? Tenho quase certeza que só eu passei mal com a pizza. Como sou uma pessoa de sorte.
segunda-feira, julho 07, 2003
Eu custo para escrever aqui e quando o faço, pouca gente comenta. Tá danado.
Eu exagerei falando que "só ficava feliz jogando blá, blá, blá...". Ultimamente tenho me dedicado a ler. Estou devorando livros. Pelo menos estou com a intenção de ler como um desesperado. E ajuda o fato de eu estar desesperado com uma pá de coisas. Enfim, devoro livros.
E outro dia eu li de uma sentada um livro que a Sá me emprestou antes de ir para a Itália. Só li agora pois fica feio depois desse tempo todo, devolver sem ter lido. É o "Diário de um Magro" do Mário Prata. O livro é divertido e sobretudo me fez pensar numa pá de coisas. Não é de auto-ajuda mas eu me identifiquei em várias partes. O meu pessimismo e a minha inércia não ajudam em nada. Os dias estão passando por mim e eu nem percebo. Tá foda. Claro que quase todo dia shit happens mas so fucking what? Bola pra frente.
Me veio a mente aquela música da Aretha Franklin, "Try a little tenderness". Ou seja, tá me faltando um certo "Tesão" pela vida, pelos dias passando, pelas coisas rolando. A gente desanima, se abate, abaixa a cabeça, mas não se pode chegar a lugar nenhum sem dar o primeiro passo. Isso agora foi auto-ajuda. Eu odeio a auto indulgência, mas eu acho que estou precisando de um pouquinho disso.
Eu exagerei falando que "só ficava feliz jogando blá, blá, blá...". Ultimamente tenho me dedicado a ler. Estou devorando livros. Pelo menos estou com a intenção de ler como um desesperado. E ajuda o fato de eu estar desesperado com uma pá de coisas. Enfim, devoro livros.
E outro dia eu li de uma sentada um livro que a Sá me emprestou antes de ir para a Itália. Só li agora pois fica feio depois desse tempo todo, devolver sem ter lido. É o "Diário de um Magro" do Mário Prata. O livro é divertido e sobretudo me fez pensar numa pá de coisas. Não é de auto-ajuda mas eu me identifiquei em várias partes. O meu pessimismo e a minha inércia não ajudam em nada. Os dias estão passando por mim e eu nem percebo. Tá foda. Claro que quase todo dia shit happens mas so fucking what? Bola pra frente.
Me veio a mente aquela música da Aretha Franklin, "Try a little tenderness". Ou seja, tá me faltando um certo "Tesão" pela vida, pelos dias passando, pelas coisas rolando. A gente desanima, se abate, abaixa a cabeça, mas não se pode chegar a lugar nenhum sem dar o primeiro passo. Isso agora foi auto-ajuda. Eu odeio a auto indulgência, mas eu acho que estou precisando de um pouquinho disso.
quinta-feira, julho 03, 2003
Essa música é do caralho:
Maracatu de Tiro Certeiro
Urubuservando a situação /uma carraspana na putrefação
a lama chega até o meio da canela /o mangue tá afundando e não nos dá mais trela.
É de tiro certeiro, é de tiro certeiro /como bala que já cheira a sangue
quando o gatilho é tão frio /quanto quem tá na mira - o morto! /Eh, foi certeiro - Oh, se foi
O sol é de aço, a bala é escaldante /tem gente que é como barro
que ao toque de uma se quebra /outros não!
Ainda conseguem abrir os olhos /e no outro dia assistir tv
Mas comigo é certeiro meu irmão /não encosta que hoje eu não tô prá conversa
Seus olhos estão em brasa /fumaçando! fumaçando! fumaça!
Não saca a arma não - a arma não? /Já ouvi, calma!
As balas já não mais atendem ao gatilho. /Já não mais atendem ao gatilho
já não mais atendem.
Maracatu de Tiro Certeiro
Urubuservando a situação /uma carraspana na putrefação
a lama chega até o meio da canela /o mangue tá afundando e não nos dá mais trela.
É de tiro certeiro, é de tiro certeiro /como bala que já cheira a sangue
quando o gatilho é tão frio /quanto quem tá na mira - o morto! /Eh, foi certeiro - Oh, se foi
O sol é de aço, a bala é escaldante /tem gente que é como barro
que ao toque de uma se quebra /outros não!
Ainda conseguem abrir os olhos /e no outro dia assistir tv
Mas comigo é certeiro meu irmão /não encosta que hoje eu não tô prá conversa
Seus olhos estão em brasa /fumaçando! fumaçando! fumaça!
Não saca a arma não - a arma não? /Já ouvi, calma!
As balas já não mais atendem ao gatilho. /Já não mais atendem ao gatilho
já não mais atendem.
Realmente eu tenho algo de muito errado. Não sei me apresentar, chegar numa mulher. É o seguinte: vou nos lugares e fico acanhado ao me aproximar para conhecer alguém. Não funciona. Claro que já rolou antes mas foram acidentais, e sinceramente, não tenho a mínima idéia como funcionou. Vcs estão me entendo. Estou confessando a minha total inépcia em abordar uma garota em uma festa, boate, show ou qualquer lugar neste planeta. O que sempre rola é que eu fico inibido e perco a inibição com a embriaguez, o que não torna ninguém atraente, exceto as pessoas que a gente vê quando está bebaco. Então, esse papo de conhecer gente nova comigo não rola. Eu não consigo conhecer mulheres por próprio esforço, é preciso que outras pessoas me apresentem, ou que eu esteja frequentando a mesma aula ou espaço.
Relembrando Beck:
Soy um perdedor
I’m loser baby, so why don’t you kill me...
Eu penso se existe alguém mais retardado do que eu.
Deixando de lado é claro a Isabella, ela não conta.
Relembrando Beck:
Soy um perdedor
I’m loser baby, so why don’t you kill me...
Eu penso se existe alguém mais retardado do que eu.
Deixando de lado é claro a Isabella, ela não conta.
quarta-feira, junho 25, 2003
Voltei a escrever neste blog.
Até pensei em terminar com o blog de uma vez por todas. Estava muito desanimado e chateado. Sem emprego e as coisas no programa não saindo bem. Farto e só. Xingando tudo e a falta de dinheiro. Mas aí, vc acorda um dia, como foi comigo, em que o céu está especialmente claro, e as coisas parecem sem importância, a não ser o breve fato de existir e respirar, então vc manda tudo pro alto, e abre um sorriso, toma um sorvete e diz foda-se.
É mais ou menos por aí.
O fato é que meu computer está em casa novamente. Bola pra frente. E eu me animei em escrever por estas bandas, se preparem que a bobagem contumaz está de volta.
Até pensei em terminar com o blog de uma vez por todas. Estava muito desanimado e chateado. Sem emprego e as coisas no programa não saindo bem. Farto e só. Xingando tudo e a falta de dinheiro. Mas aí, vc acorda um dia, como foi comigo, em que o céu está especialmente claro, e as coisas parecem sem importância, a não ser o breve fato de existir e respirar, então vc manda tudo pro alto, e abre um sorriso, toma um sorvete e diz foda-se.
É mais ou menos por aí.
O fato é que meu computer está em casa novamente. Bola pra frente. E eu me animei em escrever por estas bandas, se preparem que a bobagem contumaz está de volta.
terça-feira, junho 03, 2003
Aí pessoas, tô precisando de ajuda.
Sabe qui é, a gente, nós, os Geraldinos e Arquibaldos, estamos com um quadro no programa sobre notícias insólitas. Eu vasculho a internet atrás de assuntos legais, notícias engraçadas, bizarrices, etc. Ultimamente, não consigo achar assuntos tão interessantes quanto programa de televisão para gato ou a extinção dos dinossauros por seus próprios peidos.
Me ajudem! Achando alguma coisa, mandem para aqui ou no meu e-mail. Brigado.
Sabe qui é, a gente, nós, os Geraldinos e Arquibaldos, estamos com um quadro no programa sobre notícias insólitas. Eu vasculho a internet atrás de assuntos legais, notícias engraçadas, bizarrices, etc. Ultimamente, não consigo achar assuntos tão interessantes quanto programa de televisão para gato ou a extinção dos dinossauros por seus próprios peidos.
Me ajudem! Achando alguma coisa, mandem para aqui ou no meu e-mail. Brigado.
terça-feira, maio 20, 2003
"Eu odeio a Fernanda Young." Disse isso no programa de quinta, e no domingo saiu uma matéria no estado de Minas sobre a vaquinha. E sou uma das únicas pessoas que conheço que não ri dos "Normais" escrito por ela. Ou seja, estou em campanha difamatória anti-fernandayoung. Aí vai o texto que saiu na folha no dia 11 sobre ela.
O perigo da menina que fala besteiras
SÉRGIO DÁVILA
QUANDO uma bomba explode perto demais de uma pessoa, a morte é certa. Morte por despedaçamento e, às vezes, pulverização, primeiro dos ossos. Dependendo da distância, as chances de sobrevivência aumentam. Pode-se ter apenas partes do corpo carbonizadas. Ou ter os membros arrancados, braços, pernas.
Foi o que aconteceu há algumas semanas com o menino iraquiano Ali Ismail Abbas, de 12 anos, que estava no lugar errado (num alvo civil atingido por engano pela coalizão anglo-americana) na hora errada (em Bagdá durante a guerra). Ele perdeu os dois braços e boa parte da família, mãe e pai incluídos.
Estava semimorto num hospital até ser descoberto pela mídia ocidental, que o fez virar símbolo do sofrimento civil que atingiu o povo iraquiano, uma espécie de prova viva de que a "guerra cirúrgica" de que falava George W. Bush é uma expressão tão mentirosa quanto "guerra pacífica".
Articulado, sonhador, gracioso, Ali Ismail Abbas comoveu meio mundo, compreensivelmente, e deve ganhar braços artificiais bancados por dinheiro de doação. Meio mundo, menos a nossa Fernanda Young, escritora de Niterói que frequenta o "Saia Justa", exibido pelo GNT. Num programa recente, ela comentou o caso de Ali Abbas.
"É tudo uma gente velha, preconceituosa, machista. Tem que saquear mesmo, pisar a estátua do Saddam. Se eu estivesse lá, estaria roubando tudo também. Estão fazendo muita euforia com a foto do menino sem braço. Acho mediocrizante. Morro de constrangimento. É apelativo. Tanta criança morrendo de bala perdida no Rio, e ninguém faz nada."
"Estou cagando se estão saqueando a MesopotâNia", concluía seu desarranjo cérebro-intestinal, assim mesmo, com "ene" no lugar de "eme", erro muito comum entre as crianças. Fernanda Young não é criança, nem tão jovem como tenta dizer seu sobrenome tirado do inglês, como as chacretes.
Fernanda Young é perigosa.
Perigosa porque defende e divulga idéias preconceituosas, que são tratadas com risadinhas de "olha como essa menina é rebelde e fala besteiras" por suas colegas de programa. O problema é que, diferentemente de Young, as três são competentes, o que acaba por dar certo ar de "normalidade" à bobajada.
Rita Lee excede comentários, sua importância no rock (no começo) e no pop (depois) nacionais é incontestável. Monica Waldvogel é jornalista de verdade. E Marisa Orth é atriz idem. Mas elas batem palminha para Young. É como se os promotores de uma briga de galo chamassem o Trio Esperança para abrir o espetáculo, para amenizar.
Uma amiga manda uma corrente que anda pela internet relacionada a Young. É uma boneca imaginária, criada aparentemente pelo site www.kibeloco.blogspot.com, que tem o rosto dela e se chama "Barbie fala merda". "Já vem de saia justa!", anuncia a caixinha genial, que traz uma Fernandinha Younguinha com a camiseta com o logo da GNT.
"É a única que faz três declarações infelizes em apenas uma hora!", ensina a embalagem. "Basta apertar o saquinho dela e ela diz: "Sou bonita, não preciso ser inteligente'; "Felicidade é comprar coisas'; e "Só quem tem mau-caráter envelhece!'".
A última declaração, inclusive, rendeu um comentário oportuníssimo no site da jornalista Cora Rónai (cora.blogspot.com), que por sua vez citava um texto de Alexander Zimmer e remetia a outro de Joaquim Ferreira dos Santos feito para o "no mínimo". Recebi tudo numa corrente de e-mail de outra amiga, cuja linha de assunto era "Fernanda Stupid".
Que o menino Ali Ismail Abbas ganhe logo seus braços artificiais e venha ao Brasil dar umas palmadas no intelecto de Fernanda Young, agora rebatizada pela rede.
O perigo da menina que fala besteiras
SÉRGIO DÁVILA
QUANDO uma bomba explode perto demais de uma pessoa, a morte é certa. Morte por despedaçamento e, às vezes, pulverização, primeiro dos ossos. Dependendo da distância, as chances de sobrevivência aumentam. Pode-se ter apenas partes do corpo carbonizadas. Ou ter os membros arrancados, braços, pernas.
Foi o que aconteceu há algumas semanas com o menino iraquiano Ali Ismail Abbas, de 12 anos, que estava no lugar errado (num alvo civil atingido por engano pela coalizão anglo-americana) na hora errada (em Bagdá durante a guerra). Ele perdeu os dois braços e boa parte da família, mãe e pai incluídos.
Estava semimorto num hospital até ser descoberto pela mídia ocidental, que o fez virar símbolo do sofrimento civil que atingiu o povo iraquiano, uma espécie de prova viva de que a "guerra cirúrgica" de que falava George W. Bush é uma expressão tão mentirosa quanto "guerra pacífica".
Articulado, sonhador, gracioso, Ali Ismail Abbas comoveu meio mundo, compreensivelmente, e deve ganhar braços artificiais bancados por dinheiro de doação. Meio mundo, menos a nossa Fernanda Young, escritora de Niterói que frequenta o "Saia Justa", exibido pelo GNT. Num programa recente, ela comentou o caso de Ali Abbas.
"É tudo uma gente velha, preconceituosa, machista. Tem que saquear mesmo, pisar a estátua do Saddam. Se eu estivesse lá, estaria roubando tudo também. Estão fazendo muita euforia com a foto do menino sem braço. Acho mediocrizante. Morro de constrangimento. É apelativo. Tanta criança morrendo de bala perdida no Rio, e ninguém faz nada."
"Estou cagando se estão saqueando a MesopotâNia", concluía seu desarranjo cérebro-intestinal, assim mesmo, com "ene" no lugar de "eme", erro muito comum entre as crianças. Fernanda Young não é criança, nem tão jovem como tenta dizer seu sobrenome tirado do inglês, como as chacretes.
Fernanda Young é perigosa.
Perigosa porque defende e divulga idéias preconceituosas, que são tratadas com risadinhas de "olha como essa menina é rebelde e fala besteiras" por suas colegas de programa. O problema é que, diferentemente de Young, as três são competentes, o que acaba por dar certo ar de "normalidade" à bobajada.
Rita Lee excede comentários, sua importância no rock (no começo) e no pop (depois) nacionais é incontestável. Monica Waldvogel é jornalista de verdade. E Marisa Orth é atriz idem. Mas elas batem palminha para Young. É como se os promotores de uma briga de galo chamassem o Trio Esperança para abrir o espetáculo, para amenizar.
Uma amiga manda uma corrente que anda pela internet relacionada a Young. É uma boneca imaginária, criada aparentemente pelo site www.kibeloco.blogspot.com, que tem o rosto dela e se chama "Barbie fala merda". "Já vem de saia justa!", anuncia a caixinha genial, que traz uma Fernandinha Younguinha com a camiseta com o logo da GNT.
"É a única que faz três declarações infelizes em apenas uma hora!", ensina a embalagem. "Basta apertar o saquinho dela e ela diz: "Sou bonita, não preciso ser inteligente'; "Felicidade é comprar coisas'; e "Só quem tem mau-caráter envelhece!'".
A última declaração, inclusive, rendeu um comentário oportuníssimo no site da jornalista Cora Rónai (cora.blogspot.com), que por sua vez citava um texto de Alexander Zimmer e remetia a outro de Joaquim Ferreira dos Santos feito para o "no mínimo". Recebi tudo numa corrente de e-mail de outra amiga, cuja linha de assunto era "Fernanda Stupid".
Que o menino Ali Ismail Abbas ganhe logo seus braços artificiais e venha ao Brasil dar umas palmadas no intelecto de Fernanda Young, agora rebatizada pela rede.
segunda-feira, maio 12, 2003
Ainda estou sem internet mas consegui dar um jeito de me infiltrar na ex faculdade para enviar isso aqui. Estou apanhando de um machintosh para escrever isso aqui. Umas coisas não vão ter assento e outras sim.
Resumo das ultimas semanas... tudo na mesma merda de sempre.
Fui a um, pasmem, encontro da cultura japonesa. Arrastado, mas fui. Contrariado, mas fui. Comi uma panqueca de não sei o que e tomei cervejas. E enchi o saco das pessoas. Tinha uma apresentaçâo de artes marciais com uns caras ninjas com espadas e tal. Quando eles entraram, começou a tocar a musica do Jiraia. ahahahahah. E tinha um japa coroa que ficava cantando o karaoke mais bizonho que ja vi.
Foi estranho, como comentou a D. Ana sentada ao meu lado aqui no laboratorio.
Mais estranho que isso foi a garota que eu tentei mascar. Masquei por uma semana, pelo telefone e não rolou. No começo foi legal. Ela foi receptiva e fez planos para quando a gente se encontrasse. Ela mora longe e não gosta muito de sair, pelo menos ela dizia isso. Beleza. Combinamos na quarta feira de ir ao cinema e tal. Na quarta ela desmarcou e marcou para sabado. So que notei que o interesse não estava mais reciproco como achei que estava. No sabado eu fiquei sabendo de coisas a respeito dela. Parece que ela não sabe bem o que quer. Não gosta muito de homem e tal. Vai ver ela não teve uma boa assistencia nesse quesito. Eu ate posso ajudar nisso, mas não ligo mais nem fudendo. Na verdade, foi engraçado saber disso. Mulher estranha.
O programa de radio esta indo bem, pelo menos isso. Como ele não depende apenas de mim, vai pra frente.
Assisti xmen com uma zaga de gente e foi divertido. O filme, fiel aos quadrinhos, me deixou embasbacado. Noturno é do caralho (achei o acento agudo).
Também estava no sítio da pola quando rolou o jogo de master onde alguém disse que Fernando de Noronha pertence ao estado de Santa Catarina e eu não vi macaco merda nenhuma (depois eu vi sim). Numa boa, foi o melhor fim de semana do ano. Que dia nóis vorta lá, pola?
E eu nâo estou afim de falar mais nada, já falei demais.
Resumo das ultimas semanas... tudo na mesma merda de sempre.
Fui a um, pasmem, encontro da cultura japonesa. Arrastado, mas fui. Contrariado, mas fui. Comi uma panqueca de não sei o que e tomei cervejas. E enchi o saco das pessoas. Tinha uma apresentaçâo de artes marciais com uns caras ninjas com espadas e tal. Quando eles entraram, começou a tocar a musica do Jiraia. ahahahahah. E tinha um japa coroa que ficava cantando o karaoke mais bizonho que ja vi.
Foi estranho, como comentou a D. Ana sentada ao meu lado aqui no laboratorio.
Mais estranho que isso foi a garota que eu tentei mascar. Masquei por uma semana, pelo telefone e não rolou. No começo foi legal. Ela foi receptiva e fez planos para quando a gente se encontrasse. Ela mora longe e não gosta muito de sair, pelo menos ela dizia isso. Beleza. Combinamos na quarta feira de ir ao cinema e tal. Na quarta ela desmarcou e marcou para sabado. So que notei que o interesse não estava mais reciproco como achei que estava. No sabado eu fiquei sabendo de coisas a respeito dela. Parece que ela não sabe bem o que quer. Não gosta muito de homem e tal. Vai ver ela não teve uma boa assistencia nesse quesito. Eu ate posso ajudar nisso, mas não ligo mais nem fudendo. Na verdade, foi engraçado saber disso. Mulher estranha.
O programa de radio esta indo bem, pelo menos isso. Como ele não depende apenas de mim, vai pra frente.
Assisti xmen com uma zaga de gente e foi divertido. O filme, fiel aos quadrinhos, me deixou embasbacado. Noturno é do caralho (achei o acento agudo).
Também estava no sítio da pola quando rolou o jogo de master onde alguém disse que Fernando de Noronha pertence ao estado de Santa Catarina e eu não vi macaco merda nenhuma (depois eu vi sim). Numa boa, foi o melhor fim de semana do ano. Que dia nóis vorta lá, pola?
E eu nâo estou afim de falar mais nada, já falei demais.
segunda-feira, abril 28, 2003
segunda-feira, março 31, 2003
Entrei para uma academia. Estou fazendo musculação. Que saco!
Acordo cedo para ir lá e ralo naquela merda. Suo igual a um porco e não parece que está fazendo alguma diferença. Na verdade eu fico com mais fome. Tento frear a vontade de comer mas é foda. Pelo menos eu estou com esperança de perder a pança.
As partes boas de estar nisso: de manhã não tem muita gente. Não fica cheio daqueles caras se achando os gostosos, fazendo força para o espelho. Aquela coisa gay básica em academia. Tem sim uma gostosa que malha de manhã e não me olha na cara. Ela anda com aquelas roupas de gente que faz esporte e tudo. Parece daquelas pessoas que nunca andaram de ônibus. Ela com aquela roupa própria para exercícios e eu com umas camisas velhas, furadas, desbotadas... tem graça eu gastar dinheiro para comprar roupa que vai ficar molhada de suor e fedorenta. O que interessa é que ela é boa. Como é boa!!!
As partes ruins: meu instrutor. O cara parece que esqueceu o cérebro em casa. Tem que ter paciência. Estava tudo indo bem até que um dia ele chegou e perguntou se eu bebia pois tinha cara de gente que gostava de um golo, ou seja, me chamou de bebum. E aí falou que a minha barriga era de cachaça e que ia demorar uns vinte anos para tirá-la. Que gracinha, né? Ele sabe falar, o boçal. Pelo menos eu consigo reverter a situação, e você que para ter um pingo de inteligência terá de nascer de novo pelo menos umas três vezes, seu imbecil escroto- pensei mas não falei. O pior são as músicas. Eu sofro. Estou pagando os meus pecados. Quando o imbecil coloca aquelas músicas dance de academia eu até suporto, pelo menos dá para desativar o ouvido mais facilmente. Quando ele põe numa rádio FM aí o caldo entorna todo. Só toca merda e as mesmas merdas, todos os dias. Os bostas dos djs não trocam as músicas. AAAAAARRRRGGGHHHH!!!!!!!! E dá-lhe Creed, Bon Jovi, Calling, Cpm22 a música nova(?) do Renato Russo.
Relembrando Smiths em “Panic”
“...Hang the dj, hang the dj, hang the dj, hang the dj.”
Vamos ver até quando eu vou conseguir aturar.
Acordo cedo para ir lá e ralo naquela merda. Suo igual a um porco e não parece que está fazendo alguma diferença. Na verdade eu fico com mais fome. Tento frear a vontade de comer mas é foda. Pelo menos eu estou com esperança de perder a pança.
As partes boas de estar nisso: de manhã não tem muita gente. Não fica cheio daqueles caras se achando os gostosos, fazendo força para o espelho. Aquela coisa gay básica em academia. Tem sim uma gostosa que malha de manhã e não me olha na cara. Ela anda com aquelas roupas de gente que faz esporte e tudo. Parece daquelas pessoas que nunca andaram de ônibus. Ela com aquela roupa própria para exercícios e eu com umas camisas velhas, furadas, desbotadas... tem graça eu gastar dinheiro para comprar roupa que vai ficar molhada de suor e fedorenta. O que interessa é que ela é boa. Como é boa!!!
As partes ruins: meu instrutor. O cara parece que esqueceu o cérebro em casa. Tem que ter paciência. Estava tudo indo bem até que um dia ele chegou e perguntou se eu bebia pois tinha cara de gente que gostava de um golo, ou seja, me chamou de bebum. E aí falou que a minha barriga era de cachaça e que ia demorar uns vinte anos para tirá-la. Que gracinha, né? Ele sabe falar, o boçal. Pelo menos eu consigo reverter a situação, e você que para ter um pingo de inteligência terá de nascer de novo pelo menos umas três vezes, seu imbecil escroto- pensei mas não falei. O pior são as músicas. Eu sofro. Estou pagando os meus pecados. Quando o imbecil coloca aquelas músicas dance de academia eu até suporto, pelo menos dá para desativar o ouvido mais facilmente. Quando ele põe numa rádio FM aí o caldo entorna todo. Só toca merda e as mesmas merdas, todos os dias. Os bostas dos djs não trocam as músicas. AAAAAARRRRGGGHHHH!!!!!!!! E dá-lhe Creed, Bon Jovi, Calling, Cpm22 a música nova(?) do Renato Russo.
Relembrando Smiths em “Panic”
“...Hang the dj, hang the dj, hang the dj, hang the dj.”
Vamos ver até quando eu vou conseguir aturar.
quinta-feira, março 20, 2003
EEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!
Na Terça feira, no dia 25 de março, às 20:00, na Rádio Santê de Belo Horizonte, 96.1, estréia o programa Geraldinos e Arquibaldos, estrelado, comandado, produzido, escrito e dirigido por mim, zubreu, Daniel e Isabella.
EEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Nós somos fodas.
Não vou falar muito pois a gente não pode “ficar contando com o ovo na bunda da galinha”, mas quem puder sintonizar no dia e ouvir para depois criticar a gente agradece pacas. E espalhem a novidade.
É lógico que depois a gente vai encher a cara.
Na Terça feira, no dia 25 de março, às 20:00, na Rádio Santê de Belo Horizonte, 96.1, estréia o programa Geraldinos e Arquibaldos, estrelado, comandado, produzido, escrito e dirigido por mim, zubreu, Daniel e Isabella.
EEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Nós somos fodas.
Não vou falar muito pois a gente não pode “ficar contando com o ovo na bunda da galinha”, mas quem puder sintonizar no dia e ouvir para depois criticar a gente agradece pacas. E espalhem a novidade.
É lógico que depois a gente vai encher a cara.
sexta-feira, março 07, 2003
Assisti ao filme Jornada nas Estrelas- Nêmesis. Fiquei chateado por ser o último filme da série. Foda.
Mais foda é o descaso dos cinemas daqui. Pô, o filme só ficou em cartaz no cine Pampulha 4, lá na pitomba do caburetê, com uma cópia horrorosa, trêmula. Foi foda.
Se vocês não conhecem a série, rola de ver e tal, mas não é dos melhores para não iniciados.
Os melhores para quem não saca bulhufas de jornada são: Jornada nas estrelas: primeiro contato e jornada nas estrelas IV – a volta pra casa. E o mais clássico é A Ira de Khan.
Meu Carnaval foi tranquilo. Sem grana fui pro sítio do sogro do meu irmão. Nadei e bebi pacas, e brinquei com a minha afilhada Luiza e seu irmão Pedro. Foi um barato. Mas era carnaval e eu fico meio chateado ao ver o povo se acabando em Ouro Preto e tal. Dá vontade de estar lá. Devem ter uns 7 anos que eu não sei o que é carnaval. Só indo para o mato, quando muito. Ano que vem eu vou cair na esbórnia. Ah, mas eu vou...
Julgar os outros. Por mais que eu fale que não julgo as pessoas acabo fazendo o contrário. Na verdade é difícil não cair nessa. Eu sou do tipo de pessoa que gosta de falar mau dos outros (tem coisa melhor?) mas sempre na base da brincadeira, sem prejudicar ninguém, a princípio. Também não fico falando com qualquer pessoa, sobre qualquer pessoa. Mas isso não vem ao caso. O problema é julgar. Quem sou eu para julgar alguém?
Todo mundo tem seus motivos para fazer as coisas mesmo que sejam as mais estúpidas e imbecis. E quando eu descubro a minha incoerência me choco, me sinto burro demais. Creio não ser o único. Aliás, está cheio de gente por aí que julga mais do que eu.
Vivendo e aprendendo.
Parece papo de auto-ajuda, conselhos de amigo, essa merda toda. Mas eu fico chocado com a minha própria estupidez, às vezes. Não é sempre.
Todo mundo tem seus motivos para fazer as coisas mesmo que sejam as mais estúpidas e imbecis. E quando eu descubro a minha incoerência me choco, me sinto burro demais. Creio não ser o único. Aliás, está cheio de gente por aí que julga mais do que eu.
Vivendo e aprendendo.
Parece papo de auto-ajuda, conselhos de amigo, essa merda toda. Mas eu fico chocado com a minha própria estupidez, às vezes. Não é sempre.
quarta-feira, fevereiro 26, 2003
Eu odeio a Globo. Eu realmente odeio a Globo.
Agora que eu tô em casa convalescente, fico vendo tv pois não tenho o pingo de saco para fazer mais nada além da convalescência em si que já me deixa deitado no sofá. E minha mãe vê novela. E eu odeio novela. Ela vê a das seis Sabor da Enganação, e a nova das oito, Mulheres Chifradas e depois vê a mentirada mor, A Casa das Sete Vacas.
Aliás, nessa das oito, a Cristiane Torloni tá batendo um bolão. É boa atriz. Muito boa.
Eu tenho nojo dessa Globo. Quem trabalha nas novelas é mulher do diretor, filha do autor, namorado da filha, amante do contra-regra. Ou seja, a regra lá naquela merda é "Dê que você irá longe".
Hoje eu não aguentei mais, é muita tortura.
Agora que eu tô em casa convalescente, fico vendo tv pois não tenho o pingo de saco para fazer mais nada além da convalescência em si que já me deixa deitado no sofá. E minha mãe vê novela. E eu odeio novela. Ela vê a das seis Sabor da Enganação, e a nova das oito, Mulheres Chifradas e depois vê a mentirada mor, A Casa das Sete Vacas.
Aliás, nessa das oito, a Cristiane Torloni tá batendo um bolão. É boa atriz. Muito boa.
Eu tenho nojo dessa Globo. Quem trabalha nas novelas é mulher do diretor, filha do autor, namorado da filha, amante do contra-regra. Ou seja, a regra lá naquela merda é "Dê que você irá longe".
Hoje eu não aguentei mais, é muita tortura.
terça-feira, fevereiro 25, 2003
Tudo bem, eu não cumpri o que disse anteriormente, mas eu tenho um bom motivo.
-Cê não escreve no seu blog mais não?
Sim, sim...sim.
-Sempre que eu olho lá, tá escrito a mesma coisa. E você só sabe reclamar, que coisa.
É. Eu tenho de escrever lá, né?
-Seu blog devia chamar "Eu odeio".
ahahahaha
Eu adoeci de novo. E foi mais grave desta vez. Nem estou saindo de casa. Tem vários dias já e eu estou muito puto. Mesmo. Quero fazer mil coisas, falar mil coisas aqui, mas estou muito puto. Bom, nem tanto agora.
Eu disse que ia falar do resto daquele fim de semana mas não vou falar não. Aquilo ficou parecendo com notícias de fofocas e eu odeio isso. Então, se alguém que não tá sabendo e quer ficar sabendo do aconteceu vai ficar sem.
-Cê não escreve no seu blog mais não?
Sim, sim...sim.
-Sempre que eu olho lá, tá escrito a mesma coisa. E você só sabe reclamar, que coisa.
É. Eu tenho de escrever lá, né?
-Seu blog devia chamar "Eu odeio".
ahahahaha
Eu adoeci de novo. E foi mais grave desta vez. Nem estou saindo de casa. Tem vários dias já e eu estou muito puto. Mesmo. Quero fazer mil coisas, falar mil coisas aqui, mas estou muito puto. Bom, nem tanto agora.
Eu disse que ia falar do resto daquele fim de semana mas não vou falar não. Aquilo ficou parecendo com notícias de fofocas e eu odeio isso. Então, se alguém que não tá sabendo e quer ficar sabendo do aconteceu vai ficar sem.
segunda-feira, fevereiro 17, 2003
Colei grau na quinta passada e encontrei com uma pá de gente desde esse dia até domingo. Foram tantas as emoções...
Eu colei e foi ducaralho.
Achei que não seria, mas foi.
E minha mãe ficou orgulhosa, minha irmã chorou pacas e meu irmão só ficava rindo.
Eu queria entrar chapado mas só deu tempo de tomar uma latinha. Ainda bem, teve uma hora que eu pisei na beca e quase saí capotando.
Depois fomos ao Chef Túlio comer e beber muito. Bacana.
E saudades da Sá.
Meu irmão conversou com as pessoas, estava alegre e bem humorado diferentemente do que é normalmente. Conversou com a pola.
E o Fabão me deu um poster do "Senhor dos Anéis, A sociedade do Anel" gigantesco. Muito bom.
Depois esticamos para a Obra. Ah, as pessoas: pola e seu amo, Aninha, Diguim e D. Paula, e o Max, meu cumpadre. D. Isabella e Ana H. acharam um exagero e puxaram o carro assim como o Fabão e a Nicole que estava caindo de sono.
Na Obra encontramos com o Zubreu, com o Kahoona e o Roney. A gente combinou de fazer uma sessão dos cinco filmes de Guerra nas Estrelas chamado "Yoda, passa a bola!!".
Mas a obra estava vazia. O foda é que o cara mais idiota da cidade estava lá. O Pisycho. Vai apanhar qualquer dia desses para aprender a deixar de ser otário.
Vamos fazer igual jack-o estripador. Vamos por partes.
Amanhã eu conto o resto.
Eu colei e foi ducaralho.
Achei que não seria, mas foi.
E minha mãe ficou orgulhosa, minha irmã chorou pacas e meu irmão só ficava rindo.
Eu queria entrar chapado mas só deu tempo de tomar uma latinha. Ainda bem, teve uma hora que eu pisei na beca e quase saí capotando.
Depois fomos ao Chef Túlio comer e beber muito. Bacana.
E saudades da Sá.
Meu irmão conversou com as pessoas, estava alegre e bem humorado diferentemente do que é normalmente. Conversou com a pola.
E o Fabão me deu um poster do "Senhor dos Anéis, A sociedade do Anel" gigantesco. Muito bom.
Depois esticamos para a Obra. Ah, as pessoas: pola e seu amo, Aninha, Diguim e D. Paula, e o Max, meu cumpadre. D. Isabella e Ana H. acharam um exagero e puxaram o carro assim como o Fabão e a Nicole que estava caindo de sono.
Na Obra encontramos com o Zubreu, com o Kahoona e o Roney. A gente combinou de fazer uma sessão dos cinco filmes de Guerra nas Estrelas chamado "Yoda, passa a bola!!".
Mas a obra estava vazia. O foda é que o cara mais idiota da cidade estava lá. O Pisycho. Vai apanhar qualquer dia desses para aprender a deixar de ser otário.
Vamos fazer igual jack-o estripador. Vamos por partes.
Amanhã eu conto o resto.
terça-feira, fevereiro 04, 2003
Eu não tinha feito resoluções de ano novo. Aquela viadagem que todo ano rola, na meia-noite: “esse ano eu vou parar de fumar. Esse ano eu paro com a heroína. Chega de ouvir axé musics” esse tipo de coisa. Na verdade tinha resolvido passar o reveillon bebaço e sorrindo aquele débil sorriso de inaptidão com a vida(?). Sabe cumé.
Daí, bebaço, fiz minhas resoluções de ano novo, que mais pareciam promessas de campanha:
- Montarei um comitê de combate aos restaurantes japoneses. Esses japas estão querendo dominar o mundo através sushis e sashimins, sem falar na maldita da raiz forte.
- Não sentirei mais saudades desse povo que vai para europa e afins. Aliás, tentarei convencer os que pretendem ir, que esse negócio de ir para a Europa é uma perda de tempo e dinheiro. Uma bosta.
- Entrarei para um grupo de resistência contra os antitabagistas, os antialcoolátras, os antigorduraslocalizadas, os antividasendentária e os antijornadanasestrelas.
- E vamos parar com essa viadagem de se fazer cinema nacional. Existe coisa mais gay? Na verdade, nada contra o cinema nacional, o que não aguento é esse povinho que se acha os alternativos fodas andando de gola rolê. Vocês sabem do que eu estou falando.
Claro que isso tudo advém de meu lado neurastêmico, mau humorado e estúpido So fucking what?
Daí veio o dia seguinte. Fui andar de bicicleta. Andei uns três minutos e subi um morro, desci, subi outro e morri. Quase tive um treco. O sol quente, a cerveja na mente, e eu no meio da roça, de bike sozinho não conseguindo respirar. Fudeu!
Com muito custo voltei.
Há duas semanas, parei de fumar. Tá certo que dou uns tragos num cigarrinho de palha mas não dá para comparar. Meu pulmão está melhorando. E por enquanto, não tive uma crise de abstinência. Ainda.
Nessas duas semanas, uma virose se instalou no Zé aqui e eu me esvaí em merda.
Parece aquela frase do Woody Allen sobre o tempo que a gente ganha por parar de fumar (já que segundo os especialistas do Massachussets institute of motherfuckers, um cigarro lhe tira sete minutos de vida):
Parei de fumar. Vou viver mais uma semana. Vai chover a semana inteira.
E com isso tudo, acabou que minha resolução de ano novo se tornou acabar com a barriga, parar de fumar, parar com o sedentarismo, ler algum livro do Paulo Coelho... não, isso não.
Daí, bebaço, fiz minhas resoluções de ano novo, que mais pareciam promessas de campanha:
- Montarei um comitê de combate aos restaurantes japoneses. Esses japas estão querendo dominar o mundo através sushis e sashimins, sem falar na maldita da raiz forte.
- Não sentirei mais saudades desse povo que vai para europa e afins. Aliás, tentarei convencer os que pretendem ir, que esse negócio de ir para a Europa é uma perda de tempo e dinheiro. Uma bosta.
- Entrarei para um grupo de resistência contra os antitabagistas, os antialcoolátras, os antigorduraslocalizadas, os antividasendentária e os antijornadanasestrelas.
- E vamos parar com essa viadagem de se fazer cinema nacional. Existe coisa mais gay? Na verdade, nada contra o cinema nacional, o que não aguento é esse povinho que se acha os alternativos fodas andando de gola rolê. Vocês sabem do que eu estou falando.
Claro que isso tudo advém de meu lado neurastêmico, mau humorado e estúpido So fucking what?
Daí veio o dia seguinte. Fui andar de bicicleta. Andei uns três minutos e subi um morro, desci, subi outro e morri. Quase tive um treco. O sol quente, a cerveja na mente, e eu no meio da roça, de bike sozinho não conseguindo respirar. Fudeu!
Com muito custo voltei.
Há duas semanas, parei de fumar. Tá certo que dou uns tragos num cigarrinho de palha mas não dá para comparar. Meu pulmão está melhorando. E por enquanto, não tive uma crise de abstinência. Ainda.
Nessas duas semanas, uma virose se instalou no Zé aqui e eu me esvaí em merda.
Parece aquela frase do Woody Allen sobre o tempo que a gente ganha por parar de fumar (já que segundo os especialistas do Massachussets institute of motherfuckers, um cigarro lhe tira sete minutos de vida):
Parei de fumar. Vou viver mais uma semana. Vai chover a semana inteira.
E com isso tudo, acabou que minha resolução de ano novo se tornou acabar com a barriga, parar de fumar, parar com o sedentarismo, ler algum livro do Paulo Coelho... não, isso não.
Estava pensando em não escrever aqui mais. Em acabar de vez com esse blog. É que eu ultimamente só fico me lamuriando, por escrito (no dia a dia penso em muitas besteiras antes de me lamuriar), e se paro para escrever não vem nada de útil ou muito agradável para eu dizer. Não é frescurice aguda, não se preocupem, só uma falta de saco sem tamanho. Só que aí, chegam pessoas para mim me dizendo o quanto gostam disso aqui, e o quanto querem saber de minhas “bobagens” e eu digo –É? Hein? Ah!
Então resolvi não fechar as portas ainda.
E antes, sabe aquela frase “... uma luz no fim do túnel”? Pois é, antes não estava dando para ver o túnel. Era eu e o Botafogo (ehehehe). Agora já dá para ver o túnel. Então me animei e resolvi escrever aqui. Mas não sei. De repente tudo pode feder, o “túnel” se fechar para reparos e aí já viu a merda que dá.
Então resolvi não fechar as portas ainda.
E antes, sabe aquela frase “... uma luz no fim do túnel”? Pois é, antes não estava dando para ver o túnel. Era eu e o Botafogo (ehehehe). Agora já dá para ver o túnel. Então me animei e resolvi escrever aqui. Mas não sei. De repente tudo pode feder, o “túnel” se fechar para reparos e aí já viu a merda que dá.
sábado, janeiro 11, 2003
sexta-feira, janeiro 10, 2003
Assisti o Senhor dos anéis: as duas torres. Cheguei atrasado no cinema com o ingresso que tinha comprado horas antes, e já tinha perdido as esperanças de achar um bom lugar quando ouço um estrondoso "Zé!!!!!!" no meio do cinema. Era o Breno no melhor lugar e sem ninguém do lado dele. Sou mal encarado e ninguém senta perto de mim. Ahahaha. Ainda bem.
O filme: depois de vê-lo, nós dois chegamos à conclusão não existe mais nada infilmável.
O filme: depois de vê-lo, nós dois chegamos à conclusão não existe mais nada infilmável.
Minha sobrinha ficou uns dias aqui em casa para mudar um pouco meu cotidiano. Ela é demais. Três aninhos de muita animação. Ela é da pesada, não dorme cedo e só quer saber de desenhos. E aí vc tem de assistir. Ela trouxe o vídeo da Bela e a Fera, o qual assiste todo dia. E dá-lhe dragon ball. Falou que é japonês ela adora. Não entende nada mas adora. E eu do lado, assistindo e tentando fazer ela assistir os desenhos da Discovery kids, aliás é nestes momentos que vc agradece por ter TV a cabo. Qualquer hora tem desenho, e os da Discovery são menos violentos e educativos. Tipo Bob, o construtor. Mas ela não gosta. Nesse canal ela só gosta dos Teletubbies. Pois descobri um legal, saca Rugrats, que é chamado de os Bebês, é muito legal. De todos os desenhos que fui obrigado, foi o que mais gostei. Acho que vou assistir de vez em quando. E ela adora o Dexter. Ela não vê mais tanto as garotas superpoderosas. Já deve ter visto todos os episódios.
Conselho de amigo, se algum dia um de vocês for convidado a ir num restaurante de comida japonesa/chinesa de nome Mulan, caia fora que é roubada.
Foi o que aconteceu comigo. Roubada.
Era níver da Jozane e eu fui pois afinal, nunca tinha ouvido falar do lugar e a Jozane é muito bacana. Para começar, achei estranho que o lugar era todo rodeado por grades. Parecia uma jaula. E era. Só para entrar era 11,50 reais. Com bufê incluído. Eu tinha dinheiro mas só queria/ ia gastar no máximo 5,00. Ou seja, comendo ou não comendo, cê paga. E comida tem muito. O problema é outro. O lugar tem karaokê e só dá gente cretina. Cretina mesmo. Jovens peruas e boys sem um pingo de coerência. O povo sobe no palco para cantar “baba baby”. A mesa que a Jozane arrumou ficava do lado do palco. Do lado do som. Eu estava passando mal. Fazia tempo que não via tanta escrotice junta. Eu queria matar a Jozane, claro, mas era aniversário dela e ela não sabia que o lugar era daquele jeito. Quando anunciaram que o Karaokê tinha terminado eu vibrei. Vibrei para pior pois aí começou uma coisa que eu considero a mais próxima do inferno que já vi. Subiu um “dj” e falou, “agora é todo mundo dançando!!!”. Era a hora do lugar virar uma pista de dança com funk e pagode no talo. Se o lugar estava ruim, tinha piorado horrores com as pessoas se esbarrando, esbarrando na mesa, na gente, se amontoando e dançando aquela merda. “Não dá. Vambora!!!” dissemos em coro para alívio de meus neurônios. Nunca mais.
Foi o que aconteceu comigo. Roubada.
Era níver da Jozane e eu fui pois afinal, nunca tinha ouvido falar do lugar e a Jozane é muito bacana. Para começar, achei estranho que o lugar era todo rodeado por grades. Parecia uma jaula. E era. Só para entrar era 11,50 reais. Com bufê incluído. Eu tinha dinheiro mas só queria/ ia gastar no máximo 5,00. Ou seja, comendo ou não comendo, cê paga. E comida tem muito. O problema é outro. O lugar tem karaokê e só dá gente cretina. Cretina mesmo. Jovens peruas e boys sem um pingo de coerência. O povo sobe no palco para cantar “baba baby”. A mesa que a Jozane arrumou ficava do lado do palco. Do lado do som. Eu estava passando mal. Fazia tempo que não via tanta escrotice junta. Eu queria matar a Jozane, claro, mas era aniversário dela e ela não sabia que o lugar era daquele jeito. Quando anunciaram que o Karaokê tinha terminado eu vibrei. Vibrei para pior pois aí começou uma coisa que eu considero a mais próxima do inferno que já vi. Subiu um “dj” e falou, “agora é todo mundo dançando!!!”. Era a hora do lugar virar uma pista de dança com funk e pagode no talo. Se o lugar estava ruim, tinha piorado horrores com as pessoas se esbarrando, esbarrando na mesa, na gente, se amontoando e dançando aquela merda. “Não dá. Vambora!!!” dissemos em coro para alívio de meus neurônios. Nunca mais.
E passou Natal e ano novo e eu esqueci de mandar cartões e aquilo tudo. Ta certo que eu não tinha muita gente para mandar, mas até esqueci de telefonar. Não entrei muito em clima de Natal.
Algumas pessoas me ligaram desejando boas festas e tal.
Diretamente da Itália, a Sá me ligou numa tarde chuvosa. Ela estava dentro de um ônibus, em Bolonha, no outro lado do Atlântico e parecia que ela estava na praça de Santa Teresa, aqui perto. Eu fico besta com essa tal de tecnologia
Algumas pessoas me ligaram desejando boas festas e tal.
Diretamente da Itália, a Sá me ligou numa tarde chuvosa. Ela estava dentro de um ônibus, em Bolonha, no outro lado do Atlântico e parecia que ela estava na praça de Santa Teresa, aqui perto. Eu fico besta com essa tal de tecnologia
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