Ainda estou sem internet mas consegui dar um jeito de me infiltrar na ex faculdade para enviar isso aqui. Estou apanhando de um machintosh para escrever isso aqui. Umas coisas não vão ter assento e outras sim.
Resumo das ultimas semanas... tudo na mesma merda de sempre.
Fui a um, pasmem, encontro da cultura japonesa. Arrastado, mas fui. Contrariado, mas fui. Comi uma panqueca de não sei o que e tomei cervejas. E enchi o saco das pessoas. Tinha uma apresentaçâo de artes marciais com uns caras ninjas com espadas e tal. Quando eles entraram, começou a tocar a musica do Jiraia. ahahahahah. E tinha um japa coroa que ficava cantando o karaoke mais bizonho que ja vi.
Foi estranho, como comentou a D. Ana sentada ao meu lado aqui no laboratorio.
Mais estranho que isso foi a garota que eu tentei mascar. Masquei por uma semana, pelo telefone e não rolou. No começo foi legal. Ela foi receptiva e fez planos para quando a gente se encontrasse. Ela mora longe e não gosta muito de sair, pelo menos ela dizia isso. Beleza. Combinamos na quarta feira de ir ao cinema e tal. Na quarta ela desmarcou e marcou para sabado. So que notei que o interesse não estava mais reciproco como achei que estava. No sabado eu fiquei sabendo de coisas a respeito dela. Parece que ela não sabe bem o que quer. Não gosta muito de homem e tal. Vai ver ela não teve uma boa assistencia nesse quesito. Eu ate posso ajudar nisso, mas não ligo mais nem fudendo. Na verdade, foi engraçado saber disso. Mulher estranha.
O programa de radio esta indo bem, pelo menos isso. Como ele não depende apenas de mim, vai pra frente.
Assisti xmen com uma zaga de gente e foi divertido. O filme, fiel aos quadrinhos, me deixou embasbacado. Noturno é do caralho (achei o acento agudo).
Também estava no sítio da pola quando rolou o jogo de master onde alguém disse que Fernando de Noronha pertence ao estado de Santa Catarina e eu não vi macaco merda nenhuma (depois eu vi sim). Numa boa, foi o melhor fim de semana do ano. Que dia nóis vorta lá, pola?
E eu nâo estou afim de falar mais nada, já falei demais.
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