sexta-feira, dezembro 08, 2006

Este texto é o primeiro que escrevo de terror. Estou a cada dia mais interessado neste tipo de narrativa. O diferencial é que eu gosto de escrever sobre casos que realmente aconteceram. Bem... quem me contou acredita que aconteceu e eu acredito nesta história.


Veludo

Década de quarenta. Eu, criança, dormia com minha irmã no quarto da casa dos meus pais. Interior de Minas. Tínhamos um vizinho com o cachorro mais bravo da redondeza. O cão era negro e gigantesco. Pelo menos para mim ele parecia ser o maior cão do mundo. De qualquer forma, ele ficava preso com uma corrente bem grossa. Só ao dono ele obedecia e deixava chegar perto. Hoje acredito que era um Fila. Seu nome era Veludo.
Numa noite, dessas sem estrelas e sem sossego, fomos dormir logo. No meio da madrugada ouvimos surgir um grito, mas não era um grito qualquer. Era um grito desesperador, de uma tristeza que causava calafrios, que parecia ter vindo de longe e num crescendo assustador. Ele passou pela nossa rua despertando todo mundo. Minha irmã e eu não tivemos coragem de olhar pela janela. Nem a gente nem ninguém. Só Veludo estava lá fora e começou a latir sem parar. E parou! Quando tudo passou, só restou o silêncio.
Na manhã seguinte, todos os vizinhos foram ver o que tinha se passado com Veludo. Ele havia sumido. A corrente grossa tinha sido arrebentada. Arrebentada! Por alguém ou alguma coisa com uma força descomunal. – Aquele grito não parecia ser humano! – era o que as pessoas mais velhas comentavam. O dono de Veludo o procurou por toda a cidade e redondeza. Nunca mais viram Veludo. Nunca soubemos o que aconteceu naquela noite.
Ta rãããããã!!!!!!!!!

sexta-feira, maio 26, 2006


Filme mais aguardado do ano!
Aguardando...
Comprei um all star.

quarta-feira, abril 19, 2006

Começa aqui minha campanha contra aquele lugarzinho escroto de Belo Horizonte chamado Café com Letras. Ô povinho de merda.
Até que seria um lugar agradável de se ir, se não fossem pelas pessoas estúpidas e ordinárias que se amontoam em uma confraternização da mediocridade. Com seus uniformes de "mamãe sou descolado", roupa de brechó, tênis all star, cabelo desgrenhado e tatuagens chinesas à mostra, esse povinho idiota frequenta aquele lugar achando-se uma bênção da face da terra.
"Mas não vamos generalizar" poderia me dizer alguém mais sensato do que eu. Vamos generalizar sim. Foda-se! Eles são assim, por que eu não posso ser?
E além disso, ninguém lê isso aqui mesmo.