sábado, janeiro 11, 2003
sexta-feira, janeiro 10, 2003
Assisti o Senhor dos anéis: as duas torres. Cheguei atrasado no cinema com o ingresso que tinha comprado horas antes, e já tinha perdido as esperanças de achar um bom lugar quando ouço um estrondoso "Zé!!!!!!" no meio do cinema. Era o Breno no melhor lugar e sem ninguém do lado dele. Sou mal encarado e ninguém senta perto de mim. Ahahaha. Ainda bem.
O filme: depois de vê-lo, nós dois chegamos à conclusão não existe mais nada infilmável.
O filme: depois de vê-lo, nós dois chegamos à conclusão não existe mais nada infilmável.
Minha sobrinha ficou uns dias aqui em casa para mudar um pouco meu cotidiano. Ela é demais. Três aninhos de muita animação. Ela é da pesada, não dorme cedo e só quer saber de desenhos. E aí vc tem de assistir. Ela trouxe o vídeo da Bela e a Fera, o qual assiste todo dia. E dá-lhe dragon ball. Falou que é japonês ela adora. Não entende nada mas adora. E eu do lado, assistindo e tentando fazer ela assistir os desenhos da Discovery kids, aliás é nestes momentos que vc agradece por ter TV a cabo. Qualquer hora tem desenho, e os da Discovery são menos violentos e educativos. Tipo Bob, o construtor. Mas ela não gosta. Nesse canal ela só gosta dos Teletubbies. Pois descobri um legal, saca Rugrats, que é chamado de os Bebês, é muito legal. De todos os desenhos que fui obrigado, foi o que mais gostei. Acho que vou assistir de vez em quando. E ela adora o Dexter. Ela não vê mais tanto as garotas superpoderosas. Já deve ter visto todos os episódios.
Conselho de amigo, se algum dia um de vocês for convidado a ir num restaurante de comida japonesa/chinesa de nome Mulan, caia fora que é roubada.
Foi o que aconteceu comigo. Roubada.
Era níver da Jozane e eu fui pois afinal, nunca tinha ouvido falar do lugar e a Jozane é muito bacana. Para começar, achei estranho que o lugar era todo rodeado por grades. Parecia uma jaula. E era. Só para entrar era 11,50 reais. Com bufê incluído. Eu tinha dinheiro mas só queria/ ia gastar no máximo 5,00. Ou seja, comendo ou não comendo, cê paga. E comida tem muito. O problema é outro. O lugar tem karaokê e só dá gente cretina. Cretina mesmo. Jovens peruas e boys sem um pingo de coerência. O povo sobe no palco para cantar “baba baby”. A mesa que a Jozane arrumou ficava do lado do palco. Do lado do som. Eu estava passando mal. Fazia tempo que não via tanta escrotice junta. Eu queria matar a Jozane, claro, mas era aniversário dela e ela não sabia que o lugar era daquele jeito. Quando anunciaram que o Karaokê tinha terminado eu vibrei. Vibrei para pior pois aí começou uma coisa que eu considero a mais próxima do inferno que já vi. Subiu um “dj” e falou, “agora é todo mundo dançando!!!”. Era a hora do lugar virar uma pista de dança com funk e pagode no talo. Se o lugar estava ruim, tinha piorado horrores com as pessoas se esbarrando, esbarrando na mesa, na gente, se amontoando e dançando aquela merda. “Não dá. Vambora!!!” dissemos em coro para alívio de meus neurônios. Nunca mais.
Foi o que aconteceu comigo. Roubada.
Era níver da Jozane e eu fui pois afinal, nunca tinha ouvido falar do lugar e a Jozane é muito bacana. Para começar, achei estranho que o lugar era todo rodeado por grades. Parecia uma jaula. E era. Só para entrar era 11,50 reais. Com bufê incluído. Eu tinha dinheiro mas só queria/ ia gastar no máximo 5,00. Ou seja, comendo ou não comendo, cê paga. E comida tem muito. O problema é outro. O lugar tem karaokê e só dá gente cretina. Cretina mesmo. Jovens peruas e boys sem um pingo de coerência. O povo sobe no palco para cantar “baba baby”. A mesa que a Jozane arrumou ficava do lado do palco. Do lado do som. Eu estava passando mal. Fazia tempo que não via tanta escrotice junta. Eu queria matar a Jozane, claro, mas era aniversário dela e ela não sabia que o lugar era daquele jeito. Quando anunciaram que o Karaokê tinha terminado eu vibrei. Vibrei para pior pois aí começou uma coisa que eu considero a mais próxima do inferno que já vi. Subiu um “dj” e falou, “agora é todo mundo dançando!!!”. Era a hora do lugar virar uma pista de dança com funk e pagode no talo. Se o lugar estava ruim, tinha piorado horrores com as pessoas se esbarrando, esbarrando na mesa, na gente, se amontoando e dançando aquela merda. “Não dá. Vambora!!!” dissemos em coro para alívio de meus neurônios. Nunca mais.
E passou Natal e ano novo e eu esqueci de mandar cartões e aquilo tudo. Ta certo que eu não tinha muita gente para mandar, mas até esqueci de telefonar. Não entrei muito em clima de Natal.
Algumas pessoas me ligaram desejando boas festas e tal.
Diretamente da Itália, a Sá me ligou numa tarde chuvosa. Ela estava dentro de um ônibus, em Bolonha, no outro lado do Atlântico e parecia que ela estava na praça de Santa Teresa, aqui perto. Eu fico besta com essa tal de tecnologia
Algumas pessoas me ligaram desejando boas festas e tal.
Diretamente da Itália, a Sá me ligou numa tarde chuvosa. Ela estava dentro de um ônibus, em Bolonha, no outro lado do Atlântico e parecia que ela estava na praça de Santa Teresa, aqui perto. Eu fico besta com essa tal de tecnologia
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