Inspirado pela minha irmãzinha que está tão longe tão perto, volto a escrever por estas bandas. Não é fácil escrever. É um martírio.
“É vencer a distância da cadeira e da máquina, e é uma distância enorme” disse uma vez Fernando Sabino. Encontro marcado é um dos meus livros prediletos. Muita gente acha o livro chato. Eu sou chato também. Fiquei sentido com a morte dele. Ele sim merecia uma estátua nas ruas de BH e não o insuportável do Roberto Drummond.
Me tornei um chato com consciência. Não consigo mais fazer canalhices. Que bosta. Toda mulher gosta dos canalhas. É o que elas dizem. E eu já fui canalha. E gostaria de voltar a sê-lo, mas me tornei um imbecil com consciência.
Mas eu ainda consigo encontrar pessoas verdadeiras. Amo as pessoas verdadeiras. Só não sou verdadeiro comigo mesmo. Sou aquele que tento destruir. Sou o meu carrasco.
Não estou. Simplesmente não estou. Saí para comprar cigarros e ainda não voltei.
A espada de Démocles está sobre a minha cabeça, se aproximando e me sugando. Estou nadando mas por enquanto... nada José, nada!
quinta-feira, outubro 21, 2004
sábado, outubro 02, 2004
Alguém já ouviu falar em Art Spielgeman?
Seu álbum de quadrinhos chamado "Maus" é considerado o melhor já publicado. Eu não tenho mas sei que ele e Watchmen dividem a crítica mundial de melhor quadrinhos de todos os tempos. Ou seja, o cara é foda.
Depois de Maus, ele não lançou mais nada e ficou sem aparecer e sem escrever nada. Agora, devido a má administração de George W. Bush, ele resolveu lançar o livro "À sombra das torres ausentes". Eu estive com ele em mãos e lhes digo que é demais. É um dos mais importantes lançamentos literários do ano, não só no Brasil mas no mundo.
Nesse livro, Spielgeman coloca personagens clássicos dos quadrinhos como "Yellow kid" e "Os sobrinhos do Capitão" discutindo os rumos tomados pelo USA pós 11 de setembro.
Nem quis saber o preço pois deve ser caro. Mas é de babar.
Ou seja, se alguém quiser me dar algum presente de aniversário, aí está uma dica.
Seu álbum de quadrinhos chamado "Maus" é considerado o melhor já publicado. Eu não tenho mas sei que ele e Watchmen dividem a crítica mundial de melhor quadrinhos de todos os tempos. Ou seja, o cara é foda.
Depois de Maus, ele não lançou mais nada e ficou sem aparecer e sem escrever nada. Agora, devido a má administração de George W. Bush, ele resolveu lançar o livro "À sombra das torres ausentes". Eu estive com ele em mãos e lhes digo que é demais. É um dos mais importantes lançamentos literários do ano, não só no Brasil mas no mundo.
Nesse livro, Spielgeman coloca personagens clássicos dos quadrinhos como "Yellow kid" e "Os sobrinhos do Capitão" discutindo os rumos tomados pelo USA pós 11 de setembro.
Nem quis saber o preço pois deve ser caro. Mas é de babar.
Ou seja, se alguém quiser me dar algum presente de aniversário, aí está uma dica.
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