"Eu odeio a Fernanda Young." Disse isso no programa de quinta, e no domingo saiu uma matéria no estado de Minas sobre a vaquinha. E sou uma das únicas pessoas que conheço que não ri dos "Normais" escrito por ela. Ou seja, estou em campanha difamatória anti-fernandayoung. Aí vai o texto que saiu na folha no dia 11 sobre ela.
O perigo da menina que fala besteiras
SÉRGIO DÁVILA
QUANDO uma bomba explode perto demais de uma pessoa, a morte é certa. Morte por despedaçamento e, às vezes, pulverização, primeiro dos ossos. Dependendo da distância, as chances de sobrevivência aumentam. Pode-se ter apenas partes do corpo carbonizadas. Ou ter os membros arrancados, braços, pernas.
Foi o que aconteceu há algumas semanas com o menino iraquiano Ali Ismail Abbas, de 12 anos, que estava no lugar errado (num alvo civil atingido por engano pela coalizão anglo-americana) na hora errada (em Bagdá durante a guerra). Ele perdeu os dois braços e boa parte da família, mãe e pai incluídos.
Estava semimorto num hospital até ser descoberto pela mídia ocidental, que o fez virar símbolo do sofrimento civil que atingiu o povo iraquiano, uma espécie de prova viva de que a "guerra cirúrgica" de que falava George W. Bush é uma expressão tão mentirosa quanto "guerra pacífica".
Articulado, sonhador, gracioso, Ali Ismail Abbas comoveu meio mundo, compreensivelmente, e deve ganhar braços artificiais bancados por dinheiro de doação. Meio mundo, menos a nossa Fernanda Young, escritora de Niterói que frequenta o "Saia Justa", exibido pelo GNT. Num programa recente, ela comentou o caso de Ali Abbas.
"É tudo uma gente velha, preconceituosa, machista. Tem que saquear mesmo, pisar a estátua do Saddam. Se eu estivesse lá, estaria roubando tudo também. Estão fazendo muita euforia com a foto do menino sem braço. Acho mediocrizante. Morro de constrangimento. É apelativo. Tanta criança morrendo de bala perdida no Rio, e ninguém faz nada."
"Estou cagando se estão saqueando a MesopotâNia", concluía seu desarranjo cérebro-intestinal, assim mesmo, com "ene" no lugar de "eme", erro muito comum entre as crianças. Fernanda Young não é criança, nem tão jovem como tenta dizer seu sobrenome tirado do inglês, como as chacretes.
Fernanda Young é perigosa.
Perigosa porque defende e divulga idéias preconceituosas, que são tratadas com risadinhas de "olha como essa menina é rebelde e fala besteiras" por suas colegas de programa. O problema é que, diferentemente de Young, as três são competentes, o que acaba por dar certo ar de "normalidade" à bobajada.
Rita Lee excede comentários, sua importância no rock (no começo) e no pop (depois) nacionais é incontestável. Monica Waldvogel é jornalista de verdade. E Marisa Orth é atriz idem. Mas elas batem palminha para Young. É como se os promotores de uma briga de galo chamassem o Trio Esperança para abrir o espetáculo, para amenizar.
Uma amiga manda uma corrente que anda pela internet relacionada a Young. É uma boneca imaginária, criada aparentemente pelo site www.kibeloco.blogspot.com, que tem o rosto dela e se chama "Barbie fala merda". "Já vem de saia justa!", anuncia a caixinha genial, que traz uma Fernandinha Younguinha com a camiseta com o logo da GNT.
"É a única que faz três declarações infelizes em apenas uma hora!", ensina a embalagem. "Basta apertar o saquinho dela e ela diz: "Sou bonita, não preciso ser inteligente'; "Felicidade é comprar coisas'; e "Só quem tem mau-caráter envelhece!'".
A última declaração, inclusive, rendeu um comentário oportuníssimo no site da jornalista Cora Rónai (cora.blogspot.com), que por sua vez citava um texto de Alexander Zimmer e remetia a outro de Joaquim Ferreira dos Santos feito para o "no mínimo". Recebi tudo numa corrente de e-mail de outra amiga, cuja linha de assunto era "Fernanda Stupid".
Que o menino Ali Ismail Abbas ganhe logo seus braços artificiais e venha ao Brasil dar umas palmadas no intelecto de Fernanda Young, agora rebatizada pela rede.
terça-feira, maio 20, 2003
segunda-feira, maio 12, 2003
Ainda estou sem internet mas consegui dar um jeito de me infiltrar na ex faculdade para enviar isso aqui. Estou apanhando de um machintosh para escrever isso aqui. Umas coisas não vão ter assento e outras sim.
Resumo das ultimas semanas... tudo na mesma merda de sempre.
Fui a um, pasmem, encontro da cultura japonesa. Arrastado, mas fui. Contrariado, mas fui. Comi uma panqueca de não sei o que e tomei cervejas. E enchi o saco das pessoas. Tinha uma apresentaçâo de artes marciais com uns caras ninjas com espadas e tal. Quando eles entraram, começou a tocar a musica do Jiraia. ahahahahah. E tinha um japa coroa que ficava cantando o karaoke mais bizonho que ja vi.
Foi estranho, como comentou a D. Ana sentada ao meu lado aqui no laboratorio.
Mais estranho que isso foi a garota que eu tentei mascar. Masquei por uma semana, pelo telefone e não rolou. No começo foi legal. Ela foi receptiva e fez planos para quando a gente se encontrasse. Ela mora longe e não gosta muito de sair, pelo menos ela dizia isso. Beleza. Combinamos na quarta feira de ir ao cinema e tal. Na quarta ela desmarcou e marcou para sabado. So que notei que o interesse não estava mais reciproco como achei que estava. No sabado eu fiquei sabendo de coisas a respeito dela. Parece que ela não sabe bem o que quer. Não gosta muito de homem e tal. Vai ver ela não teve uma boa assistencia nesse quesito. Eu ate posso ajudar nisso, mas não ligo mais nem fudendo. Na verdade, foi engraçado saber disso. Mulher estranha.
O programa de radio esta indo bem, pelo menos isso. Como ele não depende apenas de mim, vai pra frente.
Assisti xmen com uma zaga de gente e foi divertido. O filme, fiel aos quadrinhos, me deixou embasbacado. Noturno é do caralho (achei o acento agudo).
Também estava no sítio da pola quando rolou o jogo de master onde alguém disse que Fernando de Noronha pertence ao estado de Santa Catarina e eu não vi macaco merda nenhuma (depois eu vi sim). Numa boa, foi o melhor fim de semana do ano. Que dia nóis vorta lá, pola?
E eu nâo estou afim de falar mais nada, já falei demais.
Resumo das ultimas semanas... tudo na mesma merda de sempre.
Fui a um, pasmem, encontro da cultura japonesa. Arrastado, mas fui. Contrariado, mas fui. Comi uma panqueca de não sei o que e tomei cervejas. E enchi o saco das pessoas. Tinha uma apresentaçâo de artes marciais com uns caras ninjas com espadas e tal. Quando eles entraram, começou a tocar a musica do Jiraia. ahahahahah. E tinha um japa coroa que ficava cantando o karaoke mais bizonho que ja vi.
Foi estranho, como comentou a D. Ana sentada ao meu lado aqui no laboratorio.
Mais estranho que isso foi a garota que eu tentei mascar. Masquei por uma semana, pelo telefone e não rolou. No começo foi legal. Ela foi receptiva e fez planos para quando a gente se encontrasse. Ela mora longe e não gosta muito de sair, pelo menos ela dizia isso. Beleza. Combinamos na quarta feira de ir ao cinema e tal. Na quarta ela desmarcou e marcou para sabado. So que notei que o interesse não estava mais reciproco como achei que estava. No sabado eu fiquei sabendo de coisas a respeito dela. Parece que ela não sabe bem o que quer. Não gosta muito de homem e tal. Vai ver ela não teve uma boa assistencia nesse quesito. Eu ate posso ajudar nisso, mas não ligo mais nem fudendo. Na verdade, foi engraçado saber disso. Mulher estranha.
O programa de radio esta indo bem, pelo menos isso. Como ele não depende apenas de mim, vai pra frente.
Assisti xmen com uma zaga de gente e foi divertido. O filme, fiel aos quadrinhos, me deixou embasbacado. Noturno é do caralho (achei o acento agudo).
Também estava no sítio da pola quando rolou o jogo de master onde alguém disse que Fernando de Noronha pertence ao estado de Santa Catarina e eu não vi macaco merda nenhuma (depois eu vi sim). Numa boa, foi o melhor fim de semana do ano. Que dia nóis vorta lá, pola?
E eu nâo estou afim de falar mais nada, já falei demais.
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