segunda-feira, março 11, 2002

Restaurante japonês.
Só por amizade mesmo que vou nesses lugares. Não gosto de comida japonesa. Tá certo, “pessoas sofisticadas” gostam de lugares assim. Estou tentando, juro, mas prefiro ir a lugares onde posso falar alto, ser rude e mal atendido(heim?).
Então fui e fiquei vendo o povo comer aquela comida que de tão crua, parecia que ia sair correndo a qualquer momento. E se come com pauzinho. O garçom, usava pijama e tinha nome de peixe. E apesar de ser um restaurante japonês, não vi nenhum japa. E olha que procurei.
Mas a gente não ficou naquelas áreas típicas, em que se senta no chão descalço. Eu talvez teria gostado mais.
Me lembro de um episódio dos Simpsons em que eles estão no Japão e o Homer não usa a porta. Sempre atravessa a parede, pois são feitas de papel.
Será que algum garçom sabe karatê?
Eu acho que não. Eles não tinham cara. Agora, se tivesse algum japa para impor respeito, aí sim. Qualquer assaltante pensaria duas vezes antes de entrar num lugar com japa. Mas não tinha nenhum japonês, nem koreano, nem chinês. Ninguém de olho puxado. Sacanagem.
A G.H. também comentou sobre o nosso encontro. Agora, a minha frase fora de contexto ficou mais engraçada ainda.

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