Sr Alisson.
Arrependido por ter feito o que fiz no MEU blog, venho não só lhe pedir desculpas, mas conversar um pouco sobre os rumos desta vida insana.
Bem, não serei tão tolo a ponto de ficar falando com vc como um padre num sermão.
Quero que saiba de algumas coisas.
Sim tenho um pouco de raiva do ocorrido. Para mim, amigos não fazem isso.
Não, não tenho nem um pingo de ciúme (como poderia imaginar Hebe Camargo) . Não tem nada a ver. Por mim, que sejam muito felizes, e eu acho que estão.
Não, não quero te ver nem pintado de ouro.
Sim, sou um orêia seca.
Me antipatizei com vc. Sinto muito mas é verdade. E a verdade, como vc sabe, é foda comigo. Não sou um mentiroso e por isso me ferro quase sempre.
Na verdade, fui um tolo lhe xingando. Isso vc não merece. E por isso, lhe peço as mais sinceras desculpas. De verdade.
Sofri muito com o lance todo. Penei. Mas nesse sofrimento, vislumbrei minha vida de forma diferente. Comecei a notar outras coisas. E isso foi bom, de certa forma.
Tudo faz parte de um crescimento. E é com isso que conto. Com isso e com as pessoas que amo e me apóiam no meu caminho (que coisa mais gay de se dizer!)
Ao contrário do que imagina, não faço uma campanha contra a sua pessoa. Eu sou o que menos fala sobre todo o acontecimento. Em mesas de bares, alguém sempre toca no seu nome e eu, geralmente, me calo. Não vou lhe dizer que nunca o xinguei com os mais diversos nomes. O fiz sim. A gente xinga mesmo, faz parte.Não sou e não vou me passar por santo. Mas campanha contra, não.
Não vou conversar com vc, não vou notar sua presença, não vou olhar na cara. Não quero, não tenho por quê fazer isso. Você não faz mais parte da minha vida e eu não dou a mínima. As palavras podem parecer duras, mas são verdadeiras.
E pode ser que eu um dia volte atrás e volte a conversar com vc. O que eu duvido muito.
Deve estar estranhando este e-mail, o que lhe dou razão. Mas eu respeito muito a sua pessoa. Tenho respeito pelo que já passei na faculdade e não posso me omitir sobre o assunto para sempre. Eu não sou assim. Oh sim, escreva no blog do Santa. As pessoas lêem e gostam. Eu não gosto. Ah, e não me leve tão a sério. Nem eu me levo.
Até.
Eu ia enviar isso via e-mail mas não achei justo. Se torno público o meu desagrado, acho que devo tornar público qualquer referência a isso. E que seja a última referência (se Deus quiser).
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