sexta-feira, maio 10, 2002

A derrocada de um blog
Não existe coisa mais deprimente que isto.
Sinto asco, repulsa e nojo a cada vez que olho e vejo que só essa pessoa ali escreve.
E não se toca que está sozinho. Estou com vontade de me mandar e não mais voltar.
Uma coisa que era para ser fraternal, tosca e interessante, se transformou em um panfleto ordinário de um imbecil. Eu tenho raiva pois fui eu quem deu o primeiro passo. Eu tive culpa no cartório pois foi o besta aqui quem deu a idéia para esse blog. Mas fui de certa forma, traído pela minha sorte. Ou não é sorte o cara que eu hoje considero um escroto estar bebericando sentado no balcão? Acho que foi a GH quem convidou. Pra quê? Ou muito me engano mas nem vc, GH, tá a fim de ficar por lá.
E nem venha me dizer que estou com picuinhas, pola. Pelamordedeus! Tentei ignorar, tentei tolerar mas eu não sou a madre tereza de calcutá! Eu abro a minha caixa de correio e tem e-mail do cara, sendo que eu pedi, justamente para ele me tirar da lista. Qualé?
E eu gostava de estar ali conversar merda e coisas sem sentido. E discutir sobre tudo. E dos textos da Vera, da D. Paula que se intromete nas coisas deliciosamente. Mas não vejo ninguém. Só filosofia de formiga. Sinceramente, é um pouco demais para a minha batatinha.
Então, só há uma coisa para dizermos. O último que sair, apague a luz!

Nenhum comentário: